Segunda-feira, 17 de Junho de 2019
rebelião sangrenta de 2002

Acusado da chacina do Compaj vai a júri popular, nesta quinta (2)

'Macaxeira' é um dos três acusados da chacina em 2002, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em maio de 2012. Ao todo 14 detentos foram mortos.



1.jpg A rebelião aconteceu em 2002
01/08/2012 às 19:47

Um dos acusados da chacina ocorrida no regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em 25 de maio de 2002, Elmar Libório Carneiro, vulgo ‘Macaxeira’ vai a júri popular nesta quinta-feira (2), às 9h, no Fórum Henoch Reis, bairro São Francisco, Zona Sul de Manaus. O julgamento de ‘Macaxeira’ deverá durar entre seis e sete horas.

Segundo as investigações feitas pela polícia na época do caso, a execução do detento André Pereira de Oliveira, dentro do Compaj, feitas por agentes penitenciários, revoltou a população carcerária e foi o estopim para a rebelião do dia seguinte. Uma das primeiras vítimas da chacina foi o agente penitenciário José Valente Gama, morto com cinco tiros de pistola nas primeiras horas do dia. Ele estaria envolvido com a morte de André.

Chacina

Os rebelados dominaram toda cadeia e fizeram de reféns detentos e agentes penitenciários. Em seguida, eles tocaram fogo em colchões e destruíram grades das celas. Na época, o presídio possuía 400 detentos. A rebelião foi controlada com a ajuda do detento Elgo Jobel Guerreiro, na época membro do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que exercia o comando dos presídios do Rio de Janeiro

Na época, o presídio possuía 400 detentos. Ao todo, 14 presos foram mortos.


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