Domingo, 18 de Agosto de 2019
Manaus

Acusado de matar e estuprar estudante é julgado nesta terça-feira

No dia 10 de março de 2011, a estudante Luanny foi estuprada e assassinada a facadas, na rua Potiguara, Cidade Nova I, no bairro da Cidade Nova I, Zona Norte de Manaus, quando seguia para a escola



1.jpg Na ocasião da prisão, Aclenilson da Silva Maximiano negou ter participado do crime
30/04/2013 às 10:18

Um dos acusados de estuprar e matar a facadas a adolescente Luanny de Brito Santos, de 14 anos, em 2011, é julgado nesta terça-feira (30). Aclenilson da Silva Maximiano está sendo julgado no plenário do Tribunal do Júri, localizado no Fórum Ministro Henoch Reis. O julgamento será presidido pelo juiz de direito, Anésio Rocha Pinheiro.

O outro acusado, Eliseu Moreira da Silva, apresentou recurso e aguarda o julgamento. A Ação Penal, de Nº 0217866-66.2011.8.04.0001, tramita na 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus.

Os acusados respondem pelos crimes de homicídio qualificado, previsto no artigo 121 do Código Penal Brasileiro (CPB), combinado com os artigos constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso, além de roubo previsto no artigo 157 do CPB.

Crime

No dia 10 de março de 2011, a estudante Luanny foi estuprada e assassinada a facadas, na rua Potiguara, Cidade Nova I, no bairro da Cidade Nova I, Zona Norte de Manaus, quando seguia para a escola.

De acordo com a denúncia do Ministério Público Estadual, os acusados, armados de faca, teriam rendido a estudante e a levado para um matagal, onde a teriam estuprado. Nos autos, Eliseu foi a pessoa que imobilizou a vítima para que Aclenilson desse as facadas. Conforme o laudo do Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte da garota foi "anemia aguda, hemorragia interna e externa, múltiplos ferimentos por arma branca".

Na ocasião, Aclenilson e Eliseu teriam levado ainda R$ 22,00 que a vítima tinha na bolsa e um caderno. Durante o julgamento serão ouvidas quatro testemunhas, são elas: Neyma Carvalho dos Santos, Valdelise de Brito Machado, Maria da Conceição Fidelis e Waldir Gonçalves Damasceno.

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