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Manaus
MANIFESTO

Aeroportuários fazem paralisação contra a privatização do Aeroporto Eduardo Gomes

Com apitos, cartazes e panfletagem, o ato foi realizado no terminal de carga do Eduardo Gomes e contou com 400 funcionários, diz sindicato 12/09/2017 às 18:02 - Atualizado em 12/09/2017 às 18:18
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Paralisação vai até a madrugada desta quarta-feira (Foto: Reprodução/Internet)
Tiago Melo Manaus (AM)

Funcionários da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina) realizam uma manifestação,  desde a madrugada desta terça-feira (12), no Aeroporto Internacional de Manaus Eduardo Gomes, localizado na Av. Santos Dumont, bairro Tarumã, zona oeste de Manaus.

Segundo o delegado sindical do Sina no Amazonas, Paulo Braule, o ato aconteceu em várias regiões do país e em Manaus contou com 400 pessoas. "Paralisamos simbolicamente as atividades de hoje com o principal objetivo de protestar contra o governo federal que anunciou a privatização de mais 14 aeroportos no Brasil", afirmou Paulo.

O movimento não afetou os vôos programados para o dia, afirmou o gerente de gestão operacional da Infraero em Manaus, Odone Bizz, que está como superintende interino. "Os atrasos que tivemos hoje foram normais, causados por eventualidades que em nada se relacionam com a mobilização dos funcionários", disse ele.

Ainda de acordo com Paulo, a paralisação está programada para encerrar à meia-noite de hoje, quando então deverá ocorrer uma assembleia com representantes da Infraero. "O objetivo é debater a outra pauta em questão: o reajuste salarial", explicou ele.

Com apitos, cartazes e a distribuição de um panfleto sobre os impactos das privatizações, o ato foi realizado no terminal de carga do aeroporto. Para Paulo, falta a Infraero se posicionar a respeito do reajuste salarial. Sem receber o aumento desde a data base, 1º de maio, os funcionários aeroportuários lutam por um canal de negociação com a empresa.

O delegado sindical ressaltou que, caso não haja acordo, uma nova assembleia deve ser realizada no dia 26 de setembro. Como última medida, a classe planeja dar início a uma greve geral no dia 2 de outubro.

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