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Manaus
Se virando no calor...

Alta temperatura faz o manauara buscar proteção de várias maneiras

Para alguns, a solução são os tradicionais guarda-chuvas, guarda-sol e sombrinhas. Para outros, banhar a cabeça é a melhor solução 01/12/2016 às 05:00 - Atualizado em 05/12/2016 às 09:23
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População se protege do calor como pode. Foto: Winnetou Almeida
Paulo André Nunes Manaus

A alta temperatura dos últimos dias, que beirou os 39 graus em média, contrasta com o tradicional período de chuvas da cidade e vem fazendo com que o manauense busque cada  vez mais  proteção. Para alguns, a solução são os tradicionais guarda-chuvas, guarda-sol e sombrinhas. Para outros, banhar a cabeça é a melhor solução.

“Não há como andar nesse sol dos últimos dias em Manaus sem proteção”, afirma Lilza Pereira de Souza, empunhando uma vistosa sombrinha cor de rosa ao lado da filha  Michelle,  5, que  se refrescava tomando água em uma garrafinha infantil. 

Algumas pessoas, como o universitário Leandro Ribeiro, 28, aproveitaram para se banhar a caminho dos seus destinos. Por volta das 11h30 de ontem, em plenos 38 graus de temperatura e 43º de sensação térmica, ele refrescava-se derramando, na cabeça, parte da água que estava em uma garrafa plástica de dois  litros. “Até água gelada é difícil de se encontrar hoje em dia em Manaus. Essa água me salvou”, comentou ele, já com os cabelos molhados pela água gelada.

A Secretaria de Estado da Saúde (Susam) informou que, até o momento, a forte temperatura do período não influenciou no aumento de internações ou em endemias.

Energia
A concessionária Eletrobras Amazonas Energia avalia que, devido a forte crise econômica e o impacto dela no Polo Industrial de Manaus, há uma previsão modesta no crescimento de energia para o ano de 2016. Nos cinco primeiros meses de 2016 a Energia Requerida pelo Sistema Manaus cresceu apenas 1,9%, quando comparada com o mesmo período de 2015. “Estávamos trabalhando com uma previsão de Ponta de carga de 1.515,88 MW para o mês de outubro/2016, essa demanda seria  2,8% maior que a demanda de ponta do ano de 2015 (1.474,08 MW). Antes da intensificação da crise, havia a previsão de Ponta de Carga para o ano de 2016 de 1.593,5MW, contudo, está evidente que esta demanda não deverá ocorrer. Fato comprovado em outubro/2016, cuja demanda máxima registrou 1.432,56 MW”, informou a assessoria.

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