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Manaus
REAÇÃO

Alunos pretendem ocupar hoje Assembleia Legislativa para evitar fechamento da UEA

Estudantes vão pedir apoio de parlamentares na luta para evitar que a universidade feche as portas por falência 13/07/2017 às 05:00
Show ocupa
Foto: Winnetou Almeida - 12/11/2016
acritica.com Manaus (AM)

Alunos de vários cursos da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) pretendem ocupar, nesta quinta-feira (13),  o plenário da Assembleia Legislativa (ALE-AM), na Zona Centro-Sul da cidade,  para pressionar os parlamentares a buscarem soluções para evitar o fechamento da instituição, que foi tratado como possibilidade pelo reitor Cleinaldo Costa na semana passada. Segundo ele, a UEA, “corre o risco gravíssimo de não chegar ao final do ano com suas contas em dia”.

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) também não descarta a possibilidade de realizar ocupações na sede do governo e em unidades da instituição para chamar a atenção do poder público. O presidente do DCE/UEA, Maick Soares, afirmou que todos os movimentos estão unificados em defesa da universidade e que a presença na ALE-AM é para exigir que o possível fechamento da seja discutido, a f im de que soluções sejam apresentadas.

“Hoje, a única fonte de recurso da UEA é o Polo Industrial de Manaus. Mas é preciso pensar em novos mecanismos de financiamentos e dar autonomia à instituição para que ela se desenvolva. Vinte e sete mil alunos não podem ficar sem aulas”, afirmou ele.

De acordo com o estudante, também está agendado para amanhã, às 18h, uma reunião com todos os centros acadêmicos das unidades na Escola Normal Superior para discutir os próximos passos das mobilizações.

 “A partir daí vamos ter um encaminhamento e não descartamos a possibilidade de ocupar novamente a UEA como fizemos ano passado ou a sede do governo”, destacou Soares.

Uma das pautas da reunião será o lançamento da campanha “Pacto pela UEA” que visa chamar a sociedade civil e os parlamentares assumirem um compromisso com a instituição. “Todos os anos os nossos parlamentares têm direito a propor emendas, mas são poucos os que destinam algum recurso para a UEA, talvez não chegou nem a R$ 1 milhão. Isso tem que mudar”, criticou.

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