Segunda-feira, 22 de Julho de 2019
MAIS MÉDICOS

Amazonas não consegue preencher 37% das vagas no novo edital do Mais Médicos

Nove das 23 cidades amazonenses com vagas disponíveis preencheram todos os postos. Ministério da Saúde pode fazer nova chamada



show_mais_medicos_748E18FA-7842-4A12-BDD1-10F6CA6D3855.jpeg Foto: Arquivo/Ac
19/06/2019 às 21:30

Das 51 vagas disponibilizadas pelo programa Mais Médicos para o estado do Amazonas no edital do dia 13 de maio, publicado no Diário Oficial da União (DOU), apenas 32 foram preenchidas, sobrando 19 vagas (37%) em aberto. O resultado com o preenchimento de 1,9 mil das mais de 2 mil vagas ofertadas para 790 municípios brasileiros foi divulgado nesta quarta-feira (19), no site do programa.

No Amazonas, as vagas disponibilizadas tinham como objetivo alocar médicos do programa em 23 cidades e mais quatro Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). Conforme o resultado divulgado, apenas nove cidades e dois DSEI tiveram as vagas preenchidas com médicos nesta chamada.

Conseguiram preencher todas as vagas disponibilizadas as cidades de Alvarães (uma vaga), Barcelos (1), Humaitá (5), Manacapuru (6), Manaquiri (2), Novo Airão (2), Silves (1), Tabatinga (4) e Boca do Acre (1), além dos DSEI do Alto Solimões (1) e de Parintins, também com uma vaga.

Entre as cidades amazonenses que não conseguiram preencher as vagas estão Jutaí, Autazes, Beruri, Carauari, Coari, Ipixuna, Juruá, Parintins, São Gabriel da Cachoeira, Tefé e Urucurituba. A cidade de Lábrea, que tinha duas vagas para o programa, preencheu apenas uma. Já o município de Maués, que tinha seis vagas disponibilizadas, preencheu três.

Os médicos aprovados nesta etapa devem começar a atuar nos municípios já entre os dias 24 e 28 de junho, para atendimento à população. Antes disso, entre os dias 19 e 21 de junho, os médicos terão que confirmar a escola da vaga. Eles receberão bolsa-formação no valor de R$ 11,8 mil. Este foi o 18º ciclo do programa.

Conforme o Ministério da Saúde, as vagas não preenchidas nessa etapa poderão ser atendidas em uma segunda chamada, com a extensão aos médicos brasileiros formados em outros países e que já tenham habilitação para o exercício da medicina no exterior.

As vagas do programa Mais Médicos visam alocar médicos em locais com populações que tenham mais dificuldades de acesso (comunidades ribeirinhas, fluviais, quilombolas e indígenas, por exemplo) e que dependem do atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Nesta fase foram priorizados médicos formados e habilitados, com registro em qualquer Conselho Regional de Medicina do Brasil, com títulos de especialista ou residência médica em medicina da família e comunidade obtidas no País.

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