Segunda-feira, 19 de Agosto de 2019
Manaus

Anvisa interdita cantinas da Ufam

As três cantinas do campus foram fechadas por 15 dias, por estarem em desacordo com normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)



1.gif A interdição das três cantinas ‘pegou’ de surpresa os estudantes da instituição, que agora só têm como opção os RU’s
08/05/2013 às 10:33

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) interditou por 15 dias as três cantinas situadas nos setores Norte e Sul do Campus Universitário Senador Virgílio Filho, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Um técnico administrativo da instituição, que pediu para não ter seu nome revelado, disse que o motivo principal da interdição teria sido a falta de condições básicas de higiene.

A interdição pegou de surpresa e causou transtornos a milhares de alunos do Instituto de Ciências e Humanas e Letras (ICHL) e da Faculdade de Tecnologia (FT), que preferiam o tipo das refeições das cantinas ao das oferecidas no Restaurante Universitário (RU). Só estão funcionando as duas unidades do RU (Faculdade de Estudo Sociais, no ICHL, e Mini-Campus), e a cantina que atende no prédio da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (FEFF), na área do Mini-Campus.

As cantinas são restaurantes alternativos, terceirizados, que além de lanches, também fornecem almoço. Além da maior variedade da oferta, outra diferença em relação ao Restaurante Universitário é que as cantinas administram os mesmos preços do mercado, enquanto no primeiro, as refeições são vendidas a preços simbólicos.

Vistorias

Por meio de nota, a assessoria de comunicação da Ufam informou que a decisão em fechar temporariamente as lanchonetes foi tomada após visitas de rotina da Equipe de Vigilância do Núcleo da Unidade do Subsistema Integrado de Atenção a Saúde do Servidor (Sias/Ufam) do Ministério do Planejamento.

A instituição reconhece que a suspensão temporária dos serviços ocorreu para que os responsáveis pelas cantinas se adequem às normas sanitárias determinadas pela Anvisa, cumprindo o que estipula a lei.

São várias as irregularidades detectadas pela equipe de fiscalização nos locais onde é preparada a alimentação vendida à comunidade universitária.

Os responsáveis têm 15 dias, a partir de segunda-feira, para adequação, período em que terão de tomar todos os procedimentos exigidos pela fiscalização para que voltem a funcionar e, principalmente, oferecer um serviço de mais qualidade.

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