Quinta-feira, 16 de Julho de 2020
RETRAÇÃO

Após 4 meses de crescimento, volume de serviços no AM cai 0,4% em junho

O recuo seguiu tendência nacional, que teve média de -1% de queda no mês. Apesar da queda, o crescimento acumulado no ano conforta o setor



show_serv_E5B9D061-6615-44DF-B127-0861B6FD093B.jpg Foto: Arquivo/Ac
09/08/2019 às 17:29

O volume de serviços no Amazonas, da série com ajuste sazonal, fechou o mês de junho com um leve recuo de -0,4% em comparação ao mês de maio de 2019. A queda encerra uma série de quatro meses seguidos de alta no setor, que durou de fevereiro a maio deste ano. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar do recuo do crescimento no setor, quando comparado ao desempenho de junho de 2018, o valor de junho de 2019 tem um crescimento de 4%, na série sem ajuste sazonal. Já o acumulado do ano ficou em 3,5%, com ligeira melhora em relação ao mês anterior, que teve 3,4%.



Mesmo com o recuo em junho, o Amazonas ainda ficou bem posicionado a nível nacional, na nona posição. Segundo o IBGE, isso se dá porque a queda foi pequena, e apenas oito unidades da federação tiveram desempenho positivo em junho.

O estado mais bem posicionado em junho foi Mato Grosso, que teve crescimento de 4,2%, seguido de Goiás (2,2%) e Pernambuco (2,0%). Os piores desempenhos ficaram com Roraima (-6,0%), Santa Catarina (-4,9%) e Piauí (-4,8%). A média nacional ficou em -1,0%.

O desempenho de junho em relação a junho do ano anterior ajudou a elevar o acumulado do ano para 3,5%. Isso colocou o Amazonas com o segundo melhor desempenho do ano, atrás apenas de São Paulo (3,7%). Mesmo porque no cenário nacional, apenas oito estados estão apresentando crescimento positivo em 2019.

No mesmo sentido, a receita nominal de serviços teve uma pequena queda em junho (-0,3%). Essa queda veio depois de dois meses seguidos de crescimento. Já na comparação com junho de 2018, o crescimento foi de 10,7%, superior ao mês de maio quando registrou 9,7%. Esse desempenho elevou o acumulado no ano para 7,9%, maior valor desde o início de 2019. Nos últimos 12 meses a variação alcançou em junho 4,7%. Lembrando que o cálculo da receita nominal não leva em conta a infração do período.

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