Segunda-feira, 18 de Novembro de 2019
Manaus

Após acordo entre Suframa e Seinfra no valor de R$ 114,9 mi, vias continuam sem estrutura

A previsão, em 2012, era de que as obras tivessem início em março de 2013. O atraso, segundo informações da Seinfra, ocorreu por conta de ajustes que técnicos da Suframa fizeram no projeto



1.jpg Na avenida Abiurana o asfalto está todo esburacado e os veículos disputam o espaço que ainda está em condições
11/04/2013 às 13:26

Um arquipélago de buracos. Essa é a realidade das ruas do Distrito Industrial 1, Zona Sul, que deverá permanecer assim até que o projeto de recuperação seja licitado. Um acordo firmado entre a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra) e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), em dezembro de 2012, no valor de R$ 114,9 milhões, para recuperação das vias, ainda não saiu do papel.

A previsão, na época da assinatura do convênio, era de que as obras tivessem início no mês passado. O atraso, segundo informações da Seinfra, ocorreu por conta de ajustes que técnicos da Suframa fizeram no projeto. O processo com documentação já se encontra na Comissão Geral de Licitação (CGL) e deverá ser concluído em até 45 dias.



O dinheiro está liberado para a execução da obra, um montante de R$ 104,4 milhões do Governo Federal e R$ 10,4 milhões de contrapartida do Estado. Mas, enquanto isso, quem trafega pelas ruas da região acaba arriscando a vida para garantir o sustento. É o caso do auxiliar de carga Robson Galvez, 20. Ele anda todo os dias na avenida Grande Circular para chegar ao trabalho e com o desvio que os carros fazem dos buracos, se sente ameaçado. Além disso, quando passam por uma cratera, os veículos costumam espirrar a lama acumulada nelas. “É perigoso para quem dirige e até pra quem anda a pé”, disse.

O mototaxista Lincon Alves diz que costuma presenciar acidentes com frequência na rotatória da Gilette, no ponto onde trabalha há mais de cinco anos. “Além disso, quebra muita peça de carro e de moto”, afirmou. “Acho que nunca vi essa rua aqui lisinha”, completou. O colega de profissão, Carlos Souza, concorda e ‘profetiza’, com base na experiência vivida no local: “Nesta época de chuva, isso deve piorar”.

Há um ano e meio o frentista Assis Vasconcelos deixou de andar de ônibus para chegar ao trabalho e comprou uma moto. Segundo ele, é mais vantajoso. “Moro no Armando Mendes (vizinho ao Distrito) e sempre chegava atrasado vindo de ônibus, por conta dos buracos. De moto, ainda consigo desviar, apesar de ser perigoso”, disse.


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