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Após assembleia, bancários decidem entrar em greve por tempo indeterminado no AM

Reajuste salarial, aumento no quadro de trabalhadores e mais segurança estão entre as exigências da categoria, que reúne cerca de 3.700 funcionários no Amazonas. Última greve ocorreu em setembro do ano passado 26/09/2014 às 20:24
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Em assembleia, bancários decidem de forma unânime pela paralisação
CAMILA LEONEL Manaus (AM)

O Sindicato dos Bancários do Amazonas (SEEB-AM) decidiu entrar em greve por tempo indeterminado a partir da próxima terça-feira (30). A decisão foi votada em assembleia ocorrida nesta sexta-feira (26), na sede do Sindicato dos Bancários do Amazonas.  As principais reivindicações são reajuste salarial e mais segurança nas agências.

De acordo com o presidente do SEEB, Nindberg Barbosa dos Santos, a greve só será descartada caso a Federação Nacional dos Bancos (FENABAN) mude o quadro e apresente melhores propostas para a categoria. Os bancários pedem  reajuste salarial de 12,5%, contratação de mais bancários, maior participação nos lucros, e uma reformulação na segurança nas agências, que vêm sendo alvo fácil de ladrões.

A última greve ocorreu em setembro do ano passado e durou 23 dias. A paralisação iniciada no dia 18 de setembro terminou após o SEEB aceitar o reajuste salarial de 8% proposto pelo Fenaban e participação adicional nos lucros.

Apesar das conquistas, algumas promessas não foram cumpridas como a contratação de mais bancários, por isso, essa reinvidicação voltou à pauta de exigências nesse ano. Atualmente, no estado do Amazonas, existem 3.700 bancários, desse total, 50% estão na capital.

Nindberg recomenda que a população antecipe seus compromissos para antes do dia 30, pois nesse período, apenas as centrais de auto-atendimento funcionarão. Durante a paralisação, os clientes podem utilizar os serviços online, ou aplicativos disponíveis para smartphones, que são oferecidos pela maioria dos bancos.

Além do Amazonas, outros 19 estados além do Distrito Federal decidiram aderir a greve em assembleias realizadas na última quinta-feira (26) após rejeitar a proposta de reajuste salarial de 7,5% oferecido pela Fenaban  no dia 19 de setembro.

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