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Manaus
CASO RARO

Gari dado como morto possui quadro geral estável e segue internado em UTI

Após quase 1 hora de reanimação ele chegou a ser considerado como morto, mas retornou a vida meia hora depois 25/07/2017 às 21:58 - Atualizado em 25/07/2017 às 22:00
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Ronaldo Martins de Souza, 63 anos, teve o protocolo de morte no hospital, mas depois da oração, ele voltou à vida (Foto: Arquivo pessoal)
acritica.com Manaus (AM)

É estável o quadro geral do gari Ronaldo Martins de Souza, 63. O paciente está internado no Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, na Zona Leste, desde o último dia 12. Um dia antes, ele sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e foi encaminhado ao Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Galileia, na Zona Norte, praticamente em óbito. Após quase 1 hora de reanimação ele chegou a ser considerado como morto, mas retornou a vida meia hora depois. 

De acordo com informações da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), Ronaldo continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), recebendo a medicação e o acompanhamento necessários. O paciente passou pelo procedimento de traqueostomia, uma intervenção cirúrgica que consiste na abertura de um orifício na traqueia e colocação de uma cânula que permite a passagem de ar, e realizou exame de tomografia, para acompanhamento da evolução do quadro de recuperação. 

A assistente administrativa Rosicleide Mendonça, 36, filha de Ronaldo, disse que a família continua em orações pedindo o restabelecimento da saúde do patriarca. “Não podemos ficar com ele na UTI, mas todos os dias vamos ao hospital visitá-lo e pegar o boletim médico para saber sobre a evolução de seu estado de saúde. Os médicos dizem que tudo o que é possível foi e está sendo feito, só nos resta esperar e entregar nas mãos de Deus. Fizemos isso, pois para Ele nada é impossível”, afirmou. 

Ronaldo Martins de Souza estava trabalhando quando sofreu o AVC e foi socorrido pelos colegas. Chegou ao SPA Galileia com parada cardiorrespiratória, situação em que o coração deixa de funcionar. Depois de várias tentativas de reanimação o gari não apresentou mais sinais vitais e a equipe médica que o atendeu abriu o protocolo de morte. A família entrou na sala de emergência para se despedir e fez uma oração. Meia hora depois os sinais vitais de Ronaldo voltaram. 

Na hora foi restituído todo protocolo e os procedimentos de reanimação começaram a ser feitos novamente. “Uns 15 a 20 minutos depois o paciente retornou a vida. E voltou avidamente com os parâmetros vitais, pupila normal e pulso forte. Nesse momento, quando houve essa dádiva de Deus, nós restituímos e estabilizamos o paciente e conseguimos transferi-lo para o João Lúcio”, disse o médico emergencista Rodrigo Custódio.

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