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Após boatos e fila que durou dias, matrículas em CMEI da ZL acontecem de forma normal

Na última terça-feira (26), dezenas de pais ficaram acampados em frente ao CMEI Maria Emília Mestrinho, localizado na Colônia Antônio Aleixo, alegando que se não permanecessem nas filas não poderiam garantir a vaga para as crianças. Tranquilidade desta quinta (28) sustenta versão de que não é preciso formar filas 28/01/2016 às 16:49
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Diretora do CMEI Maria Emília Mestrinho enfatizou que não havia necessidade de responsáveis terem acampados dois dias em frente à escola
SILANE SOUZA Manaus (AM)

Mesmo chegando às 10h desta quinta-feira (28) no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Maria Emília Mestrinho, localizado na rua José Maria 2, bairro Colônia Antônio Aleixo, Zona Leste de Manaus, o mototaxista Bartolomeu da Silva, 25, conseguiu matricular o filho Cauan, de 3 anos, que esse ano vai estudar no local. O fato sustentou a versão de que não é preciso dormir em frente à escola para conseguir uma vaga na rede pública de ensino.

Na última terça-feira (26), dezenas de pais ficaram acampados em frente ao CMEI, alegando que se não permanecessem nas filas não poderiam garantir a vaga para as crianças. Eles se mantiveram fora da escola enfileirados e acomodados em cadeiras até a manhã dessa quinta, quando teve início às matriculas no local. A situação se repetiu também na escola municipal Lili Benchimol, no mesmo bairro.

A estudante Ariane Silva dos Santos, 22, soube que ainda tinha vaga disponível no CMEI Maria Emília Mestrinho pela avó da filha Maria Júlia de dois anos. Ela chegou por volta de 9h30 e conseguiu matricular a criança.

“Eu e meu marido já tínhamos desistido de matricular ela porque ontem passamos por aqui e tinha muitas pessoas na fila. Mas quando a avó da Julia falou que ainda tinha vaga quase 10h eu vim correndo e consegui”, afirmou.

A diretora do CMEI Maria Emília Mestrinho, Raimunda Barbosa de Moura, disse que chegou as 5h30 e começou a atender os pais que estavam na fila às 6h. Ela enfatizou que não havia a necessidade de os responsáveis terem acampados dois dias em frente à escola.

“Não precisava dormir na fila, a prova disso é que quase 10h todo mundo tinha sido atendido, feito a matrícula dos filhos e ainda tinha vaga sobrando”, comentou.

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