Terça-feira, 18 de Maio de 2021
Trânsito afetado

Após chuva, asfalto cede e abre cratera na avenida Floriano Peixoto

O incidente aconteceu em um trecho próximo ao Hotel Amazonas, por volta das 13h40, e ocasionou transtornos ao trânsito



25_2809FC09-0B63-4852-B75B-5939325207D3.JPG Foto: Divulgação
03/12/2020 às 17:59

O asfalto cedeu e uma cratera se abriu, na tarde desta quinta-feira (3), na avenida Floriano Peixoto com a rua Dr. Moreira, no Centro de Manaus. O incidente aconteceu em um trecho próximo ao Hotel Amazonas, por volta das 13h40, e ocasionou transtornos ao trânsito. Agentes do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (Immu) estiveram no local e atenderam a ocorrência.

A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) informou que recebeu na tarde de hoje o chamado de lojistas da rua Floriano Peixoto, no Centro da capital, para avaliar o afundamento do pavimento asfáltico de parte da via. Segundo a Secretaria, uma equipe de pronta-resposta isolou a área e os agentes do Immu realizam o controle do trânsito.



“A situação está controlada, visto que o afundamento não foi causado por rompimento de tubulação. O restauro do pavimento será executado na manhã desta sexta-feira (4)”, diz a nota.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, um popular mostra imagens do trecho atingido e alerta a população para a situação de risco. “Muito cuidado aqui atrás do Hotel Amazonas, porque acabou de abrir uma cratera muito grande. Quando vocês vierem, muito cuidado por aqui”, alertou.

Chuvas intensas

As fortes e intensas chuvas ocorridas neste período do ano em todo o estado têm sido a causa de diversos incidentes e prejuízos na capital amazonense. De acordo com o meteorologista Willy Hagi, o Amazonas já está na estação chuvosa que inicia em outubro e vai até meados de maio do próximo ano. Ele explica que esse ano está chovendo mais que o normal por causa de um fenômeno meteorológico chamado La Niña.

“A La Niña é um resfriamento anormal das águas do oceano pacífico. Isso altera a circulação atmosférica global e no caso da nossa região, costuma influenciar a ocorrência de chuvas acima da média durante o período chuvoso. Por isso, esse ano é um ano atípico, porque essa La Niña vem se desenvolvendo e pode ser uma das mais intensas da última década”, explicou o meteorologista.

Ainda segundo o meteorologista, como chove mais que o normal em ano de desenvolvimento de La Niña, fenômeno que não ocorre todo ano, isso pode representar maiores episódios de alagamentos, deslizamentos de terra e outros tipos de dano na infraestrutura das cidades.


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