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Manaus
MORTE

Após exames, Instituto Médico Legal libera corpo de aviador da FAB

A necropsia do corpo apontou politrauma em consequência da queda com a causa da morte. O tenente estava desaparecido desde a madrugada do dia 2 de julho 06/07/2018 às 07:04 - Atualizado em 06/07/2018 às 07:31
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O corpo de Gabriel foi encontrado nas proximidades do "Furo do Paracuúba" (Foto: Arquivo Pessoal)
acritica.com* Manaus (AM)

Reconhecido inicialmente por uma bermuda e vestígios de uma tatuagem em um dos braços, o corpo do piloto da Força Aérea Brasileira (FAB), Gabriel Ferreira, 25, foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML), após exame de odontograma, no início da madrugada desta sexta-feira (6). A necropsia do corpo encontrado na tarde de quinta-feira (5), no Rio Negro, apontou politrauma em consequência da queda como a causa da morte.

O tenente aviador estava desaparecido desde a madrugada do dia 2 julho. O caso estava sendo investigado pela Delegacia Especializada de Ordem Política e Social (Deops). Segundo o delegado geral da Polícia Civil, Mariolino Brito, o corpo de Gabriel foi encontrado nas proximidades do “Furo do Paracuúba”, durante buscas da patrulha fluvial. O Corpo de Bombeiros esteve durante todo o dia com equipes fazendo varreduras na região do rio ao redor perto da Ponte Rio Negro, onde o carro do piloto foi encontrado aberto e com todos os pertences.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, familiares fizeram o reconhecimento no Pelotão Fluvial, localizado na Manaus Moderna, zona centro-sul da cidade. As buscas foram comandadas pelo Major Mário Aníbal. Um irmão e o cunhado de Gabriel acompanharam parte da ação. Eles só identificaram o corpo na segunda ocasião em que foram observá-lo e a identificação foi feita a partir da comparação de fotografias que mostravam Gabriel com a bermuda e de uma tatuagem que ele tinha no braço direito. O desenho mostrava uma aeronave e continha as iniciais dos nomes da mãe, da irmã e do pai.

No IML, o corpo chegou no início da noite de ontem e foi submetido ao exame de odontograma legal para a identificação pela arcada dentária. A comprovação se deu a partir de uma cópia da arcada do piloto apresentada pela equipe médica da FAB. O exame papiloscópico, para a coleta das impressões digitais, não pôde ser realizado. O corpo estava em avançado estágio de decomposição e foi parcialmente comprometido pela fauna aquática.

*Com informações de assessoria de imprensa

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