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Após protesto, Seminfh inicia recuperação de via pública na Zona Norte

Segundo a assessoria da Seminfh, inicialmente será realizado um trabalho de tapa-buracos na rua e, em seguida, de drenagem. A Seminfh informou, ainda, que todos os bairros da Zona Norte estão na programação da secretaria e receberão atendimento 12/03/2013 às 19:18
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Por conta dos buracos, os ônibus deixaram de entrar no Conjunto Buritis
Ana Carolina Barbosa Manaus

Após protesto realizado na noite da última segunda-feira (11/03) em razão das péssimas condições da rua Tapajós, no Conjunto Buriti I, Nova Cidade, Zona Norte de Manaus, e cujos buracos resultaram na retirada dos ônibus do sistema de transporte público do local, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação (Seminfh) informou que uma equipe do Distrito de Obras responsável pela área iniciou os trabalhos de recuperação da via.

Segundo a assessoria da Seminfh, inicialmente será realizado um trabalho de tapa-buracos na rua e, em seguida, de drenagem. A previsão é que os trabalhos sejam concluídos na próxima semana. A Seminfh informou, ainda, que todos os bairros da Zona Norte estão na programação da secretaria e receberão atendimento.

Ontem, durante o protesto, que iniciou às 16h e seguiu até às 20h30, cerca de 50 moradores bloquearam com pedaços de madeira e pneus uma das principais vias do conjunto, a avenida Curaçau, paralela à rua Tapajós, que por sua vez fica situada entre os conjuntos Buritis e João Paulo II.

De acordo com a auxiliar administrativa Andreza Bezerra da Silva, 28, a qual encabeçou o protesto, há dois meses os buracos começaram a atrapalhar o trânsito e, desde a última quinta-feira, nenhum ônibus entra no local para pegar os moradores. “Hoje (ontem), inclusive, fui assaltada lá embaixo porque vim a pé, às 4h, subindo para a avenida principal para pegar o ônibus, no meio dessa lama. Levaram todos os meus documentos e não pude ir trabalhar. Esse conjunto está completamente abandonado. Nem policiamento nós temos aqui”, alegou.

De acordo com ela e outros moradores, as linhas que passam por lá são as seguintes: 419, 459, 319, 029, 032, 328 e 329. Contudo, eles reclamam da demora na chegada dos coletivos. As principais prejudicadas são as crianças, que precisam passar a pé pela lama que toma a rua de uma ponta a outra, para poderem pegar uma condução e chegarem à escola.


O porteiro Agenor Silva Duarte Filho, 40, reclama que apenas um carro atende pelo itinerário 419, que segue para a Zona Leste da cidade, e que isso dificulta a vida dos moradores do local. “Isso nos atrapalha porque demora muito e, às vezes, ficamos mais de duas horas esperando. Agora, os ônibus pararam de passar aqui na rua e já estamos desde quinta-feira (07/03) tendo que ir a pé para a avenida principal (para conseguir condução)”, frisou.

A assessoria da Seminfh alegou que a decisão de desviar a rota partiu de uma das empresas que possui a concessão do serviço e atende a área, mas garantiu que a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) adotaria medidas para que os veículos voltassem à rota normal nesta terça-feira.

Já a assessoria da SMTU informou que a empresa responsável pelo transporte na área, membro da Transmanaus, irá liberar os veículos para transitarem na via apenas quando ela estiver completamente recuperada, já que hoje o acesso no local é impedido por causa dos buracos existentes na rua Tapajós. 

Sobre a demora na chegada dos ônibus, a SMTU informou que se manifestará amanhã acerca do tema.

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