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Manaus
MANIFESTAÇÃO

Após serem vítimas de arrastão, funcionários de Policlínica protestam por mais segurança

Servidores da Policlínica Antônio Telles, no São José, passaram por quase uma hora de terror como reféns na mira de bandidos 18/05/2017 às 13:38 - Atualizado em 18/05/2017 às 13:50
Isabelle Valois Manaus (AM)

Após terem passado por quase uma hora de terror na mira de bandidos, funcionários da Policlínica Doutor Antônio Comte Telles, e do laboratório Distrital Leste, realizaram na manhã desta quinta-feira (18) uma manifestação pacífica em frente à unidade, que fica localizada no bairro São José 2, na Zona Leste de Manaus.

De acordo com a técnica de patologia clínica da policlínica, Marcela Barbosa, a manifestação foi um meio que eles encontraram para chamar a atenção da comunidade e do poder público da esfera municipal como também estadual por conta da falta de segurança no local.

Marcela contou que na última segunda-feira (15), no horário da tarde, cinco homens entraram na policlínica armados. Dois ficaram na porta para que ninguém saísse enquanto os outros três fizeram um arrastão na unidade.

“Eles não dispensaram nada, saíram levando os celulares, dinheiro e joias dos funcionários e também das pessoas que aguardavam por exames e consulta médica. Foram mais de 30 minutos de terror dentro da nossa unidade. Um deles chegou apontar a arma na direção da minha cabeça”, contou a técnica.

Depois de realizarem o arrastão, os suspeitos trancaram os funcionários dentro da sala de odontologia e fugiram do local. Até o momento nenhum dos suspeitos foi identificado ou preso. Depois da ação dos bandidos, os funcionários chegaram acionar a polícia e procuraram a delegacia para registrar um Boletim de Ocorrência (BO).

Na terça-feira (16) uma viatura da Polícia Militar chegou a ficar em frente à unidade de saúde, mas já na quarta não apareceu mais pelo local. Por conta disso, a administradora do laboratório da policlínica, Jorgina Ramos, organizou a manifestação pacífica para o dia de hoje.

“Nossa unidade não tem nem segurança, por isso que esses elementos fizeram isso com a gente. Nossa situação é triste e ficamos mais chocados após uma das técnicas do setor da malária ter tido um surto psicótico”, disse. Conforme os manifestantes, a técnica que passou pelo surto tinha sido vítima de um assalto na última semana na esquina da policlínica.

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