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Após suposto desentendimento em bar, borracheiro é assassinado com dois tiros na Zona Leste

Jorge Santos de Azevedo morreu após ser atingido por três tiros. Ele ainda pulou o muro do 11º DIP, perto da onde o crime ocorreu, e foi encaminhado ao hospital, mas não resistiu. O suspeito fugiu a pé do local, depois de declarar: "Isso é pra deixar de ser gaiato" 18/10/2015 às 17:09
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Homicídio ocorreu na travessa Feira do Coroado, no meio da via
Édria Caroline Manaus (AM)

O borracheiro Jorge Santos de Azevedo, de 33 anos, foi morto com três tiros na travessa da Feira do Coroado, Zona Leste de Manaus, por volta das 19h30 deste último sábado (17).

De acordo com informações de moradores que não quiseram ser identificados por medo de represálias, o borracheiro estava sentado na entrada de um beco, localizado nesta rua, quando um homem, ainda não identificado, chegou e efetuou os disparos.

Testemunhas ainda relataram que o suspeito, ao disparar dois tiros a queima-roupa no peito da vítima, teria dito que "isso é pra deixar de ser gaiato". Ao ser atingida, a vítima ainda correu para tentar fugir do suspeito, que ainda disparou uma última vez contra ele, acertando suas costas. O suspeito dos disparos fugiu a pé e ainda não foi identificado.

Mesmo baleado, o homem ainda conseguiu pular o muro do 11º Distrito Integrado de Polícia (DIP), que fica próximo do local onde ocorreu o crime. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital e Pronto-Socorro Dr. João Lúcio, mas não resistiu aos ferimentos e morreu cerca de 1 hora depois de dar entrada na unidade hospitalar.

Desentendimento em bar

Uma moradora do bairro que conhecia a vítima, mas também preferiu não se identificar, contou que horas antes do crime Jorge estava bebendo em um bar próximo do local e acabou se desentendendo com um homem.

"Eu tava aqui na frente da minha casa quando ele veio e sentou aqui comigo, contando que tinha brigado com um homem e que esse homem tinha tentado esfaquear ele", contou. Moradores ainda relataram que Jorge, quando bebia, se "transformava em outra pessoa". "Ele era uma pessoa bacana, mas quando bebia e usava droga, queria mexer com todo mundo, ficava gaiato mesmo. Ele já estava prometido de morte há um tempo", contou uma vizinha da vítima.

O caso está registrado no 9º DIP, mas foi encaminhado à Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros, que investigará o caso.

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