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Aproximadamente 500 pessoas fazem manifestação pacífica por moradia em Manaus

Os manifestantes reivindicam a inclusão de famílias carentes de áreas de risco em programas de moradia e habitação e avanço nas obras do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim) 17/07/2013 às 13:48
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Outra reclamação dos manifestantes foi referente ao não pagamento mensal do aluguel social para as famílias que tiveram as casas destruídas pelo fogo na comunidade Artur Bernardes
Bruna Souza Manaus, AM

Cerca de 500 pessoas que estiveram na manhã desta quarta-feira (17), na sede da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra) e Superintendência de Habitação do Estado (Suhab), localizada na alameda Cosme Ferreira, bairro Aleixo, Zona Centro-Sul de Manaus, realizaram uma manifestação para a inclusão de famílias carentes de áreas de risco em programas de moradia e habitação e avanço nas obras do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim).

De acordo com a coordenadora do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), Neila Gomes, de 43 anos, três comunidades fazem parte do movimento, entre elas: moradores do Igarapé da Cachoeira Grande, onde ficava a Comunidade Artur Bernardes que pegou fogo no mês de janeiro deste ano, moradores da Comunidade São Sebastião, em Petropólis, e Igarapé do Sesc.

Ainda segundo ela, cerca de dois anos que não há inscrições para moradores de Manaus no programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida. As casas que estão sendo construídas na cidade e contemplará as famílias que estão cadastradas no programa até o ano de 2011.

Outra reclamação dos manifestantes foi referente ao não pagamento mensal do aluguel social para as famílias que tiveram as casas destruídas pelo fogo na comunidade Artur Bernardes e que ainda não foram contempladas pelos programas habitacionais da Suhab. Os moradores também pediram a ampliação das obras do Prosamim, com o objetivo de beneficiar mais famílias que moram em áreas de risco.

Após o ato, os manifestantes foram convidados a entrar no auditório e foram recebidos por representantes dos dois órgãos estaduais, que ficam localizados na mesma sede, onde entregaram uma carta com as reivindicações.

#Com informações do jornalista Florêncio Mesquita do jornal A Crítica

*Confira mais informações na versão imprensa do Jornal A Crítica desta quinta-feira (18)

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