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Manaus
POSICIONAMENTO

Arthur Neto 'exige' que Temer faça intervenção militar contra greve dos caminhoneiros

Em nota, prefeito de Manaus faz cobranças, chama greve de baderna e afirma que ela não é democrática, mas sem deixar de elogiar a política econômica do presidente 24/05/2018 às 19:35
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(Foto: Mário Oliveira / Semcom)
acritica.com Manaus

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, fez, conforme sua assessoria de imprensa, a exigência de que o presidente da República, Michel Temer realize uma intervenção com uso de força militar para conter a greve dos caminhoneiros que acontece em todo o País. "Sobretudo, presidente, intervenha com força militar e acabe com essa baderna", diz ele, em texto publicado no site da Prefeitura de Manaus. 

Para o prefeito, que decretou ponto facultativo na cidade nesta sexta-feira por conta da falta de combustível, a greve dos caminhoneiros “atende a terceiros que buscam tumultuar o país, visando apenas seus interesses econômicos e políticos".

Segundo Arthur, a intervenção é necessária para que as cidades mais afastadas dos grandes centros e sem saídas rodoviárias não sofram mais que as outras, sendo isoladas totalmente. “O Brasil está caminhando rapidamente rumo ao caos", afirmou ele, sustentando que a greve não é democrática. "Isso não é direito de ninguém, isso é banditismo, é locaute, é procurar estabelecer o caos para obter dividendos pecuniares ou políticos".

Na cobrança a Michel Temer, Arthur tece elogios à gestão do presidente, especialmente na área econômica, dizendo que a greve terá " graves reflexos na economia brasileira, que está voltando a reagir".

Ele diz, ainda, ao pedir que Temer "mostre sua cara" e intervenha militarmente para acabar com o que ele chama de "baderna", que a greve refletirá "na inflação que tem sido tão bem contida pelo seu governo”.

 

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