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Artur Neto assina contrato com a Caixa para obras do PAC Cidades Históricas em Manaus

O programa prevê a revitalização de dez espaços históricos localizados no Centro de Manaus. Em 2013, a Caixa Econômica Federal já havia liberado R$ 33,7 milhões para as obras, que não saíram do papel 13/01/2015 às 10:23
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Praça XV de Novembro, a Praça da Matriz, que ainda espera por reforma
acritica.com Manaus (AM)

O prefeito Arthur Neto deve assinar, nesta terça-feira (13), um contrato com a Caixa Econômica Federal referente ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidade Históricas. A solenidade, marcada para acontecer no Palácio Rio Branco, no Centro, deve contar com a presença do superintendente da Caixa Econômica Federal, Carlos Alberto Bonin.

As dez obras previstas para serem reformadas pelo PAC Cidades Históricas são parte da história de Manaus e do Estado: Praça D. Pedro II, Praça Terneiro Aranha, Praça 15 de Novembro (Matriz), Praça Adalberto Vale, ruas e entorno do Mercado Municipal Adolpho Lisboa, antiga Câmara Municipal, antigo edifício do Corpo de Bombeiros, antigo Hotel Cassina, Casarão da Biblioteca Municipal e o Pavilhão Universal.

Apesar do montante de R$ 33,7 milhões ter sido aprovado pelo Governo Federal em 20 de agosto de 2013 para as obras, pouco foi feito. Um dos únicos monumentos históricos que começou, aos poucos, a ser reformado foi a Praça da Matriz (Praça 15 de Novembro), e com dinheiro da Prefeitura de Manaus.  O Mercado Adolpho Lisboa também foi revitalizado com recursos da prefeitura.

Atrasos

Segundo o engenheiro Nelson Ruiz, coordenador do PAC em Manaus, as obras ainda não começaram porque os recursos não haviam sido liberados pela Caixa Econômica Federal. “O que está acontecendo em Manaus também está ocorrendo em várias cidades. O PAC não anda”, antecipou Ruiz.

Além da CEF, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) também fez análises de cada detalhe dos projetos, e emitiu pelo menos seis pareceres com alterações. Cada mudança passava novamente pela revisão da Prefeitura de Manaus e voltava para o Iphan, processo burocrático, mas necessário, que contribuiu para o atraso das obras.


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