Publicidade
Manaus
Manaus

Às margens do rio e da história: especial trata sobre a vida dos carregadores da Manaus Moderna

Com rotina que não muda desde que a Amazônia instalou pela primeira vez portos e hidrovias, carregadores do porto da Manaus Moderna levam nas costas as frutas que abastecem todo o Estado 19/02/2015 às 14:45
Show 1
Eles começam na labuta cedo e param depois do sol nascer, se sujeitando a pesos exorbitantes e grandes riscos
Cynthia Blink Manaus (AM)

Após quatro meses acompanhando a jornada de trabalho dos carregadores do porto da Manaus Moderna, A CRÍTICA apresenta a série “Às margens do rio e da história”, que vai mostrar mais da realidade desses trabalhadores, figuras marcantes no cenário caótico do ponto vital de desembarque e embarque de produtos que abastecem os mercados e feiras da capital amazonense e das cidades interioranas.

Eles começam na labuta muito cedo e param bem depois do sol nascer, se sujeitam a levar nas costas pesos exorbitantes, em caixas e sacos cheios de tucumã, banana, jerimum e mais produtos vindos, em sua maioria, do interior do Amazonas.

Esses trabalhadores se arriscam o tempo inteiro: carregam grandes pesos de carga, caminham pelas antigas e precárias escadarias e rampas do porto – que não oferecem nenhuma segurança, e também “batem o ponto” de madrugada, no horário onde ficam à mercê dos perigos de uma “terra sem lei”.

Grande parte dos carregadores que ganham a vida na beira do rio Negro chegou à cidade pelo próprio porto da Manaus Moderna. Tal série de reportagens estreia na edição deste domingo (22) do jornal A Crítica apresentando quem são as pessoas que aceitam trabalhar em condições totalmente insalubres e levando nas costas cargas que somam de 100 a 200 kg para receber um salário mensal de R$ 3 mil até R$ 5 mil.

Publicidade
Publicidade