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Bares e similares: Nenhuma regularização

Procura de empresários, que tiveram funcionamento liberado na sexta, para adequação, foi baixa nas secretarias municipais 04/02/2013 às 21:41
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As casas interditadas além de apresentar pendências burocráticas, ofereciam insegurança aos clientes
Florêncio Mesquita Manaus (AM)

Nenhuma das 66 casas noturnas e bares notificados ou interditados pela Prefeitura de Manaus por falta de alvará de funcionamento e licença ambiental procurou se regularizar até ontem.

A fiscalização desencadeada pela prefeitura na última semana fechou estabelecimentos que, além de apresentar pendências burocráticas, ofereciam insegurança aos clientes. Ao todo, 145 estabelecimentos foram vistoriados durante a fiscalização que contou com a participação de, pelo menos, oito órgãos municipais e estaduais.

Ainda na sexta-feira, o prefeito de Manaus, Artur Neto (PSDB), liberou o funcionamento de 27 casas noturnas que apresentavam pendências somente de documentação. Em contrapartida, outras 39 casas que foram fechadas pelo Corpo de Bombeiros e pela Divisão de Vigilância Sanitária (Dvisa) por falta de segurança não funcionaram no final de semana. O detalhe é que as casas liberadas só funcionaram porque empresários do setor se comprometeram, em acordo firmado com o prefeito, a se regularizar até a próxima sexta-feira.

Somente a Secretaria Municipal de Finanças, Planejamento e Tecnologia da Informação (Semef), autuou 38 estabelecimentos durante as blitze. No entanto, o subsecretário de receita da pasta, Miguel Brandão, informou que os responsáveis por todas as casas fechadas por falta de alvará de funcionamento ou por documentação vencida, não procuravam sanar nenhuma pendência.

Do total de estabelecimentos irregulares identificados pela Semef, 20 não tinham inscrição municipal, nem certificado de alvará. As outras 18 estavam com o licenciamento vencido.

(A íntegra deste conteúdo está disponível para assinantes digitais ou na versão impressa).

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