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Bares são fiscalizados após Operação 'Centro Seguro 3'

Desde setembro, mês que a operação teve início, esta é a terceira vistoria realizada pela Secretaria Municipal do Centro (Semc) em conjunto com outros órgãos na área Central de Manaus 22/11/2013 às 18:32
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Fiscalização tem objetivo de coibir funcionamento ilegal de estabelecimentos na rua Visconde de Mauá
OSWALDO NETO Manaus (AM)

Com o objetivo de apurar a denúncia do funcionamento ilegal de alguns bares localizados na rua Visconde de Mauá, no Centro de Manaus, interditados durante a operação “Centro Seguro 3”, a Secretaria Municipal do Centro (Semc) faz na tarde desta sexta-feira (22) uma nova fiscalização no logradouro. Na primeira abordagem realizada em setembro, duas pessoas foram presas por tráfico de drogas e seis bares foram fechados.

Essa é a terceira vistoria realizada pelo órgão desde o início do projeto. Em outubro, quatro bares foram interditados novamente por não apresentarem documentação necessária para o funcionamento.

De acordo com a Polícia Civil, sete estabelecimentos foram fiscalizados na rua, porém apenas um deles não apresentava documentos necessários para o funcionamento.

Segundo a Semc, foram solicitados durante a fiscalização documentos da legislação municipal como alvarás dos Bombeiros, Secretaria Municipal de Finanças (Semef), Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) e licença sanitária.

A operação está sendo realizada em conjunto com o Departamento de Vigilância Sanitária (Dvisa), Polícia Civil, agentes do Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (Fera) e policiais da 24ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom).  

Vistorias

A terceira etapa da operação "Centro Seguro", executada em setembro deste ano, resultou na prisão de duas pessoas por tráfico de drogas e no fechamento de seis bares da região próxima ao terminal da Igreja Matriz. Outras três pessoas foram levadas à seccional Sul da Polícia Civil, onde foi montada a central de flagrantes, para prestar esclarecimentos.

Na segunda vistoria, quatro bares foram interditados, porém três deles já tinham sido fechados na primeira ação do projeto. De acordo com órgão, na ocasião três estabelecimentos não apresentaram licença sanitária expedida pelo Dvisa e um deles estava funcionando sem o alvará de funcionamento concedido pela Secretaria Municipal de Finanças (Semef).


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