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Barranco cede e interdita avenida na Zona Oeste de Manaus

Equipes e tratores da Secretaria Municipal de Infraestura (Seminf) estiveram no local desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira. O barro que caiu atingiu parte da avenida Torquato Tapajós, no sentido Bairro-Centro, interrompeu o tráfego de veículos 02/04/2013 às 18:11
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Deslizamento de parte do barranco causou transtornos na avenida Torquato Tapajós
Bruna Souza e Gabriele Bessa Manaus, AM

Uma rede de 150 milímetros que fornece água para moradores do conjunto Santos Dumont, localizado no bairro da Paz, Zona Oeste de Manaus, rompeu e pode ter ocasionado o deslizamento do barranco que fica situado em frente ao residencial, por volta das 6h40 desta terça-feira (02), deixando a região sem o abastecimento de água. O trânsito de veículos no local ficou prejudicado depois do acidente.

Equipes e tratores da Secretaria Municipal de Infraestura (Seminf) estiveram no local desde as primeiras horas após o fato e retiraram o barro que caiu, atingindo parte da avenida Torquato Tapajós, no sentido Bairro-Centro, interrompendo o tráfego de veículos.

Agentes do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) orientaram os motoristas que precisaram mudar a trajetória, se deslocando por dentro do conjunto e retornando para a avenida, após o Cidadeokê. Desde as 9h30, o tráfego no local foi liberado após a retirada do barro que havia caído na via.

Segundo o gerente da distribuição Manaus ambiental Felipe Poli, o fornecimento de água será reativado no período de duas horas. O trabalho para conter o vazamento foi realizado e o próximo procedimento será uma avaliação no encanamento para detectar as causas do vazamento.

Poli ainda afirmou que a encanação que passa entre o barranco será retirada e levada para a rua, sendo o local mais seguro. Ele garantiu que a ação é para evitar que novos problemas aconteçam na área.

Omissão

No local esteve presente o chefe de departamento da Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do Amazonas (Arsam), Jorge Caresto, e durante entrevista à equipe de reportagem do acritica.com, ele afirmou que o órgão vai verificar quais as causas do vazamento.

“Possivelmente este vazamento não começou hoje, isto deve ter iniciado entre 3 a 4 dias. Vamos verificar se houve denuncias à Manaus Ambiental e omissão por parte da empresa e se comprovado, vamos agir com medidas administrativas”, declarou Caresto.

Para o presidente da Arsam, Fábio Alho, a Manaus Ambiental receberá uma advertência pela demora na realização do serviço de contenção do vazamento.

"Vamos adverti-los imediatamente pela demora no atendimento a ocorrência do vazamento e também por terem esperado o apoio da prefeitura com os equipamentos para a realização do procedimento. A empresa tem que dar o mínimo de apoio, seja com os equipamentos e a mão de obra necessária em casos de urgência", declarou o presidente.

Manaus Ambiental

Procurada a assessoria da Manaus Ambiental informou que o vazamento aconteceu em uma tubulação de uma polegada e o acidente é considerado de pequenas proporções. A equipe da concessionária está no local e deve terminar o serviço de troca das tubulações ainda pela manhã desta terça-feira (2). As causas do vazamento serão investigadas.


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