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Manaus
DIRETO DA COMPENSA

Brincantes da Vila trazem amuletos e superstição para o Sambódromo

Em busca dos sortilégios favoráveis ao título, seus participantes abusaram da superstição para abrir caminhos quando a agremiação foi segunda colocada 03/03/2019 às 01:32 - Atualizado em 03/03/2019 às 01:32
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Ao centro, o intérprete da Vila da Barra, Marcinho da Vila, que só usa roupa nova nos desfiles. Fotos: Paulo André Nunes
Paulo André Nunes Manaus (AM)

Se o enredo é sorte, então "brotam" talismãs por parte dos brincantes da escola de samba Vila da Barra da Compensa. Em busca dos sortilégios favoráveis ao título, seus participantes abusaram da superstição para abrir caminhos e buscar o título que esteve perto no ano passado, quando a agremiação foi segunda colocada.

O estudante Daniel Lima, de 17 anos, desfilou com o primo. Na orelha esquerda, trazia um brinco de ouro em forma de crucifixo. E no pescoço cordões de prata benzidos por ciganos, disse ele.


O estudante Daniel Lima beija um dos cordões benzidos para dar sorte 

"Além disso eu, antes do desfile, fiz uma reza para os meus guias pedindo para que tudo dê certo no desfile da Vila da Barra", comentou o supersticioso estudante.

O próprio interprete oficial Marcinho da Vila não se descuida em busca da sorte: ele desfilou com uma indumentárias totalmente nova: uma boina amarela-dourado e paletó azuis.

"A roupa nova na apresentação é como um talismã, um amuleto. Eu tenho essa superstição e graças a Deus vem dando certo", disse ele, que está na escola de samba da Compensa há 11 anos, sendo nove como intérprete oficial.

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