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Buracos são obstáculos no caminho da Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

Ano após ano, o problema de buracos no asfalto das vias da Ufam coloca em risco estudantes, professores e servidores 15/01/2015 às 10:54
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As deformações no asfalto e o surgimento de buracos, especialmente próximo das extremidades das pistas, obrigam motoristas de veículos de passeio e até ônibus a desviarem deles
Cynthia Blink Manaus (AM)

As ruas da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) têm trechos com buracos que, além de causar prejuízo aos condutores, aumentam os riscos de acidentes. Apesar da prefeitura do campus ter resolvido parte do problema durante os 14 dias do recesso de fim de ano, os motoristas de transportes públicos que circulam na universidade e os motoristas dos veículos particulares (funcionários e estudantes) reclamam dos transtornos e prejuízos causados pelos buracos nas vias do campus.

“Essa ação da prefeitura do campus não resolve e os buracos devem voltar a aparecer em um mês. O problema está na estrutura do asfalto que é inadequada”, afirma o professor do Departamento de Comunicação, Antônio José Vale da Costa.

O professor lembra que foi criada uma comissão para cobrar o trabalho da prefeitura do campus, atualmente sob o comando do professor Atlas Augusto Bacelar. “Essa pequena providência só foi tomada pela prefeitura do campus por causa da pressão que ela sofreu por parte dessa comissão”, avalia.

Riscos

“Às vezes nós somos forçados a invadir a contramão para evitar os buracos”, afirma Joel Beto. Motorista do transporte público de uma das linhas que atuam no local, ele reconhece que é uma medida perigosa, mas a outra opção inclui ouvir a reclamação dos passageiros. “Quando passamos pelos buracos o ônibus pula e o pessoal (os passageiros) reclama”.

A CRÍTICA verificou as ruas da Ufam e observou que a faixa da direita, onde circulam os ônibus, são as áreas mais problemáticas, com destaque para os trechos em frente à Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Adua), a rua que liga a Faculdade de Direito (FD) à Faculdade de Estudos Sociais (FES) e a curva que leva ao estacionamento próximo ao Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL).

Segundo a prefeitura do Campus Universitário (PCU), já foram usadas 12 toneladas de asfalto no reparo das vias. Alguns locais reparados foram as entradas do Setor Norte, próximo à FES, a entrada do Campus Universitário, a entrada para o setor Sul, e desde a rotatória da entrada do Campus até a entrada para a Reitoria, no setor Norte.

Tapa-buracos em Manaus

O prefeito Arthur Virgílio Neto acompanhou, na noite desta terça-feira, 13, os trabalhos da operação tapa-buracos e de recapeamento no Novo Israel, Zona Norte. Aproximadamente três toneladas de asfalto foram usadas nos trabalhos, resultando no fechamento de 6.518 buracos de 600 ruas, de 30 diferentes bairros da cidade.

A prefeitura também está realizando os serviços de drenagem nas ruas, manutenção da iluminação, de capinação, recuperação de meio-fio e sarjetas. Tampas em bueiros também estão sendo recuperadas, entre outros serviços apontados pelos moradores.

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