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Câmara autoriza viagem de Hissa Abrahão para os Estados Unidos

Vice-prefeito vai participar de seminário que discute os líderes na política local e estadual e se estenderá até o dia 19 de abril 26/03/2013 às 07:46
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Vice-prefeito de Manaus, Hissa Abrahão (PPS), ficará 20 dias nos EUA
acritica.com ---

Os vereadores aprovaram nesta segunda-feira (25) a viagem do vice-prefeito de Manaus, Hissa Abrahão (PPS), aos Estados Unidos, onde participará do seminário “Líderes na Política Local e Estadual”, que ocorrerá entre 1º e 19 de abril em West Virginia. Todas as despesas de viagem e permanência do vice-prefeito nos EUA correrão por conta da embaixada norte-americana no Brasil.

Na mesma sessão foi aprovado o projeto de lei que permitirá ao prefeito Artur Neto (PSDB), realizar o leilão reverso que pretende quitar a dívida de R$ 350 milhões deixada pelo ex-prefeito Amazonino Mendes (PDT).

No documento “fica autorizado o Poder Executivo Municipal a negociar, por meio de novação (quando o devedor, no caso, a prefeitura, contrai com o credor nova dívida, extinguindo a anterior), o pagamento de dívidas contraídas pelas entidades da administração indireta até dezembro de 2012”.

Na prática a Secretaria Municipal de Finanças, Planejamento e Tecnologia da Informação (Semef) pretende dividir em lotes de até R$ 5 milhões a dívida que mantém com fornecedores para realizar os “leilões reversos”. Receberá primeiro quem der o maior desconto na dívida.

O único voto contra ao projeto dos “leilões reversos” partiu do vereador Waldemir José (PT), que argumentou que os vereadores deveriam aguardar a análise do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) no relatório entregue pelo titular da Semef, Ulisses Tapajós, no início de março. Mas foi voto vencido. “Seria mais prudente para a Câmara aguardar a posição dos conselheiros do Tribunal de Contas sobre o relatório da dívida para termos certeza de que as dívidas deixadas são, de fato, da prefeitura de Manaus”, cutucou Waldemir José.

Na semana passada Tapajós disse que a Semef ainda não possui o dinheiro que usará para quitar as dívidas. “O problema é que não temos esse dinheiro ainda. A aprovação da lei vai permitir que, assim que tivermos esse dinheiro em caixa, façamos o leilão”, disse.

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