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Canteiros de obras constroem e deixam rastros de buracos nas ruas de Manaus

Construtoras realizam empreendimentos e deixam para trás buracos e transtornos a motoristas e pedestres da cidade 01/06/2013 às 10:21
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Na travessa São Judas Tadeu, onde uma construtora ergue um condomínio, o asfalto quase sumiu e deu lugar a valas
Carolina Silva ---

Nos últimos anos, o número de empreendimentos cresceu consideravelmente em Manaus e, nesse tempo, também vêm aumentando as reclamações de motoristas devido aos transtornos causados pelos canteiros de obras. Os motoristas reclamam, principalmente, dos danos nas ruas, acarretados pela circulação de veículos pesados no entorno desses empreendimentos.

No início da rua Canoa Quebrada, no Campos Salles, Zona Oeste, os veículos pequenos enfrentam dificuldades para trafegar por conta dos enormes buracos no asfalto. Buracos pequenos já existiam na entrada de acesso à rua, mas os moradores afirmam que o problema piorou por conta da intensa circulação de veículos pesados, como caçambas e caminhões betoneira (usado para concretagem) para a construção de prédios residenciais localizados ali.

“Quando chove, a situação piora para os motoristas passarem por aí, porque a água acumulada impede que eles vejam a profundidade do buraco”, disse a dona de casa Alcineide Mendonça, 36.

Os motoristas que trafegam pela rua Canoa Quebrada em veículos pequenos reclamam da falta de reparos. “É preciso que seja feito o recapeamento, mas de forma que tenha mais durabilidade para evitar esses transtornos”, disse o taxista Agenor Sodré, 32. Os moradores não souberam informar há quanto tempo a obra foi concluída.

Flores

A situação é a mesma na travessa São Judas Tadeu, bairro de Flores, Zona Centro-Sul, na saída para a avenida Max Teixeira. Os motoristas também reclamam da dificuldade de tráfego pois a via está precária devido

à construção de um condomínio. Em um trecho, o asfalto sumiu e os motoristas precisam passar por valas abertas pelo tráfego de caminhões.

Para os pedestres o “desafio” de transitar pela rua não é menos complicado. Com os buracos e a lama na rua, motoristas passaram a desviar pela calçada, que também ficou destruída.

“É horrível passar por aqui porque a rua está bastante deteriorada”, comentou a bancária Catarina Almeida, 27. E os transtornos não estão prejudicando apenas os motoristas, mas os pedestres também. É que a obra ainda não foi concluída e a calçada também está danificada. “Situações assim se repetem em outras áreas também e, com isso, a cidade só tende a ficar mais problemática”, criticou o funcionário público Orestes Souza, 42.

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