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Manaus
HAPPY HOUR?

Carreta pifa na Av. Rodrigo Otávio e causa congestionamento até a Av. Tefé

Veículo ficou parado por uma hora e meia, até ser retirado por guincho particular. Problema causou transtornos e travou a saída do Campus da Ufam 13/02/2017 às 18:03 - Atualizado em 13/02/2017 às 20:51
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Problema estragou o fim de tarde de muitos motoristas de Manaus (Fotos: Manaustrans e Ney Xavier)
acritica.com Manaus (AM)

Uma carreta em pane ficou mais de uma hora e meia parada na Av. General Rodrigo Otávio, na esquina com a rua Astro Barroso, e causou um forte congestionamento no entorno da área. A retenção chegou até a Avenida Tefé e travou também a área interna da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), conforme relatos de motoristas que passavam pelo local.

A rua Astro Barroso vem recebendo um fluxo de carros mais intenso nesta segunda-feira por conta do desvio feito na Alameda Cosme Ferreira, devido ao rompimento de uma adutora. Os veículos seguem pela Beira-Rio e depois pegam a Astro Barroso para acessar a Av. General Rodrigo Otávio. A carreta tentava acessar a Rodrigo Otávio quando pifou, por volta das 15h45, segundo o Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito de Manaus (Manaustrans).

Conforme o órgão, a carreta foi retirada do local às 17h10, por um guincho particular, mas o transtorno continuou para os motoristas. Um dos pontos de maior retenção foi na Ufam. Com a saída do Campus praticamente bloqueada, os alunos e servidores que tentavam deixar o local acumulavam mais de uma hora parados sem que o trânsito fluísse.

A estudante de jornalismo Maria Luiza Dácio afirmou que ficou mais de uma hora preso no trânsito tentando sair da faculdade. "Estava ocorrendo algum evento no Hall do ICHL e quem falava no microfone anunciava um acidente que impossibilitava o tràfego. Foi quando o pai do meu amigo veio nos buscar, às 17h. Ficamos presos no trânsito até 18h10. No meio da estrada da UFAM, vimos varios alunos andando em direção à saída. Uma situação complicada, e sinceramente nem sabíamos o motivo", afirmou ela.

No meio do transtorno, muitos mototaxistas aproveitaram a situação para lucrar. Eles pegavam alunos e servidores que saíam a pé do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL) para o mini-campus ou mesmo para a entrada da Ufam.  

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