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Casa na Zona Sul de Manaus é alvejada durante perseguição policial e família culpa PM

Um aposentado de 90 anos e sua filha ficaram assustados com os disparos, pouco depois da meia-noite desta quarta-feira (10), e quase foram atingidos. Segundo os dois, um policial estava perseguindo supostos assaltantes no beco ao lado do imóvel quando erraram a mira e atiraram para dentro da residência 10/12/2014 às 15:10
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O tiroteio ocorreu pouco depois da meia-noite no bairro Petrópolis e a família atribui o erroao despreparo da PM
Joana queiroz Manaus (AM)

Tiros disparados por policiais militares contra dois supostos assaltantes erraram o alvo e acertaram a casa do aposentado João Ferreira de Lima, de 90 anos. Uma das balas por pouco não acertou a cabeça da filha do aposentado, quer preferiu não revelar o nome, que estava sentada no sofá da sala. As marcas dos disparos ainda estão na janela e na parede do imóvel, localizado na Zona Sul DE mANAUS.

O tiroteio ocorreu pouco depois da meia-noite desta quarta-feira (10), na rua Danilo Correa, bairro Petrópolis. A família ainda está assustada e atribui o erro do alvo ao despreparo da polícia. Para os moradores da casa, é certo que os tiros que atingiram a casa do aposentado partiram da arma de um policial, que estava numa perseguição.


A filha do aposentado contou que estava no sofá esperando para servir o jantar do pai, que segundo ela costuma tomar café à noite, quando ela viu um carro de cor grafite passando em frente a casa sendo perseguido pela polícia.  Não demorou muito e o mesmo veículo voltou e parou próximo a entrada do beco Couto Vale, que passa ao lado da casa das vítimas.

Logo em seguida, parou uma viatura da Polícia Militar. Os criminosos correram pelo beco atirando contra os policiais, que revidaram. Os disparos foram feitos por um policial que estava posicionado na entrada do beco. Para a mulher, foram os tiros feitos por ele que acertou a casa onde reside. Segundo ela, ninguém ficou ferido e os supostos criminosos fugiram. Até o início da tarde desta quarta-feira, a família ainda estava assustada.


Chefe da assessoria de comunicação da Polícia Militar, major Navarro informou que, para a Corporação agir, é necessário que uma denúncia formal seja protocolada, seja por meio de um boletim de ocorrência (B.O.) registrado em algum Distrito Integrado de Polícia (DIP) ou na corregedoria da PM.

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