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Casas serão alugadas para abrigar crianças e adolescentes

Secretária municipal afirmou que deverá alugar duas casas em caráter emergencial para abrigar crianças e adolescentes e minimizar problemas de falta de vagas no Serviço de Acolhimento Institucional Emergencial (Saie) 08/10/2013 às 07:57
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Goreth Garcia disse que avisos como este, afixado no Serviço de Acolhimento (Saie), “nunca mais serão vistos”
Jaíze alencar ---

A Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh) deverá alugar duas sedes provisórias em um prazo máximo de uma semana, para minimizar problemas de falta de vagas no Serviço de Acolhimento Institucional Emergencial (Saie).

Para a secretária municipal de Assistência Social, Goreth Garcia, as novas sedes deverão proporcionar um aumento de pelo menos 100 novas vagas, em um atendimento rotativo. Serão 50 atendimentos diários por unidade, número máximo permitido por lei.

De acordo com a secretária, as condições atuais da sede que abriga as crianças e os adolescentes, não são as melhores, além de não possuir vagas suficientes para atender as demandas. “Somos um município de quase dois milhões de habitantes, temos uma região metropolitana e atendemos crianças, da capital, dos municípios próximos e distantes e até de outros estados, como o Pará, então nossos esforços serão para imediatamente conseguirmos esses espaços para ampliarmos os atendimentos e para que nunca mais se veja um aviso como aquele, informando que não há vagas”, destacou a secretária referindo-se ao aviso deixado no quadro da instituição divulgado por A CRÍTICA nessa segunda-feira (7).

Garcia afirma ainda que existem espaços sem utilidades no Saie e que a secretaria estuda duas possibilidades: iniciar uma reforma na atual sede que também é alugada ou romper o contrato com o proprietário. “Queremos adequar os espaços para as crianças, proporcionar ambientes melhores para o lazer e bem estar desses abrigados, além de fazer uma reestruturação interna, separando por faixa etária crianças e adolescentes, sendo que no grupo de crianças haverá uma subdivisão: berçario e de 5 a 12 anos”, explicou a secretária.

Para ela ainda é preciso identificar a quantidade de vagas necessárias para o bom funcionamento das unidades de acolhimento. Para isso a Semasdh pretende realizar um estudo para identificar a real demanda de crianças e adolescentes na capital, e a partir daí verificar a necessidade de locação de novos imóveis, para suprir as demandas diárias, que são recebidas pelo Ministério Público e pelos Conselhos tutelares.

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