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Caso Belota: Defesa pede transferência de Jimmy

Juiz recebeu nesta quinta solicitação de exame de insanidade do advogado de Jimmy Robert e pedido transferência dos outros acusados 14/02/2013 às 21:10
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Jimmy Robert, Rodrigo Alves e Ruan Pablo foram presos no dia seguinte às mortes e estão em unidades prisionais diferentes
Joana Queiroz Manaus (AM)

O juiz substituto da 2ª Vara do Tribunal do Júri Eliezer Fernandes Júnior recebeu nesta quinta-feira um incidente de insanidade mental assinado pelo advogado de defesa do publicitário Jimmy Robert Brito, 33,  Edmilson Lucena dos Santos, e um pedido de transferência de prisão para os presos Rodrigo de Moraes Alves, 19, e Ruan Bruno Cláudio Magalhães, 18, apresentado pelo advogado Marcelo Gonçalves.

Jimmy, o namorado dele, Rodrigo, e Ruan são acusados dos assassinatos de Gabriela Roberto Belota, da mãe dela, Maria Gracilene Roberto Belota (coordenadora geral de Comércio Exterior da Suframa), e de Roberval Roberto de Brito, pai de Jimmy, ocorrido no dia 22 de janeiro. Eles estão presos em unidades prisionais diferentes. Rodrigo está no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), Jimmy  está na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) e Ruan foi levado para o Centro de Detenção  Provisória de Manaus (CDP).

O advogado de Rodrigo e Ruan solicita que os dois sejam transferidos para uma unidade militar porque, no local onde eles estão presos, correm risco de morte. “Os presos disseram que, quando houver uma rebelião, eles serão os primeiros a serem mortos”, disse o advogado. Já no incidente de insanidade mental, o advogado solicita que Jimmy seja submetido a uma avaliação psicológica alegando que, após a reclusão, o publicitário apresentou sintomas de desequilíbrio mental.

O magistrado leu os documentos e abriu vistas para o Ministério Público Estadual (MPE) que, até o final da tarde de ontem, ainda não havia se manifestado. Fernandes Neto disse que só vai falar sobre o caso quando o processo voltar para ele. Atualmente, o processo está com o MPE, para que o órgão ofereça denúncias contra os presos.

(A íntegra deste conteúdo está disponível para assinantes digitais ou na versão impressa).

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