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'Caso Belota': Defesas dos réus contestam laudos e pedem redução de pena

Os advogados de Jimmy, Rodrigo e Ruan Pablo - réus confessos do crime de triplo homicídio que vitimou familiares de Jimmy - tentam diminuir a pena dos acusados ao sensibilizarem juri e contestar Ministério Público 22/11/2013 às 00:55
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Advogado de defesa de Jimmy, Mario Vitor iniciou sua fala ajoelhado, pedindo perdão da família Belota
acritica.com Manaus (AM)

O julgamento de Jimmy Robert de Queiroz Brito, Ruan Pablo Bruno Cláudio Magalhães e Rodrigo de Moaes Alves, réus confessos do chamado “Caso Belota” –  um triplo homicídio ocorrido no dia 22 de janeiro deste ano que vitimou o pai de Jimmy, Roberto Brito, 60; a tia, Gracilene Roberto Belota, 55; e a prima, Gabriela Belota, 26 –, teve início por volta de 9h20 desta quinta (21), no Fórum Henoch Reis, localizado na Zona Centro-Sul de Manaus, e se estendeu pela madrugada de sexta-feira (22).

Depois do pronunciamento da acusação vinda do Ministério Público, foi a vez do advogado de defesa de Jimmy, Mario Vitor – escolhido na quinta-feira mesmo, após sua defesa anterior abandonar o caso, numa tentativa de retardar o julgamento -, se direcionar ao júri. Por volta das 21h30, ele começou sua fala de joelhos e com a voz trêmula, pedindo perdão à família Belota. “Irei defender não o crime, mas o cidadão”, disse, emocionando os familiares da vítima.

Logo depois, o advogado se levantou e aproveitou a própria fala do MP, que caracterizou Jimmy como um psicopata, ao dizer que alguém assim não tem conhecimentos como pessoas comuns têm, do certo e errado. Em defesa de Jimmy, ele pediu a redução da pena pelo fato do acusado ter confessado o crime. Também solicitou que o crime de furto fosse retirado da sentença.

Já a defesa do Rodrigo, representada pelo advogado Mozarth Ribeiro Bessa Neto, alegou logo em seguida que o laudo indicando que Gabriela Belota, foi estuprada por ele tem um ponto negativo, impossibilitando, desta forma, que o crime fosse imputado a ele. A defesa continuou, durante os próximos minutos, tentando provar por meio dos laudos que Rodrigo não estuprou a vítima. Mozarth também pedirá redução de pena para Rodrigo.

A noite segue adentro, agora com o defensor público Antônio Ederval de Lima, defensor de Ruan Pablo, se pronunciando. Para ele, falha no isolamento do apartamento das vítimas pela Polícia Militar pode ter prejudicado trabalho de perícia da Polícia Civil.

Mais informações em instantes

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