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CCJ avalia nesta quarta-feira (17) projetos da ‘agenda positiva’ de Artur

São sete propostas apresentadas pelo Executivo Municipal que vão tramitar nas comissões da Câmara Municipal de Manaus 17/07/2013 às 07:29
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Vereador Alonso Oliveira (segundo, à esquerda)é o vice-presidente da CCJ
acritica.com ---

Nesta quarta-feira (17), a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal de Manaus (CMM) deve reunir para colocar em tramitação os sete projetos da “agenda positiva” do prefeito Artur Neto (PSDB) deliberados na sessão desta terça-feira (16). Entre os projetos está a regulamentação dos mototaxistas, a criação dos Centros de Comércio Popular (CCPs), os camelódromos, e a isenção da cobrança de IPTU por uma década dos empresários interessados em construir camelódromos regulamentados pela Prefeitura de Manaus.

A informação é do líder do prefeito, vereador Wilker Barreto (PHS). Nos últimos dois dias o presidente da CCJR, Mário Frota (PSDB), não compareceu à Câmara e nem atendeu às ligações para o número 8841-xx81 para tratar sobre o assunto.

“Amanhã (quarta-feira) a CCJR deverá se reunir depois do plenário para deliberar a pauta positiva do prefeito. O Alonso Oliveira (PTC) está cuidando disso. O Mário frota parece que está enfermo”, disse Wilker.

Falta uma

Está com sete assinaturas o requerimento que pede a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o valor da tarifa do transporte público de Manaus. O último a assinar o requerimento nesta terça-feira foi Marcel Alexandre (PMDB). “Assinei não como oposição. Eu sou um dos que demandam sobre esse tema desde a legislatura passada”, disse Marcel.

De acordo com Regimento Interno da Câmara, são necessárias 14 assinaturas para que o requerimento seja protocolizado junto à mesa diretora da Casa Legislativa e, posteriormente, colocado em pauta para deliberação pelo Plenário. Nesta quarta-feira é esperado que o vereador David Reis (PSDC) assine o requerimento.

Na segunda-feira, os vereadores vão deliberar o projeto de lei que isentará em R$ 988,7 mil as empresas concessionárias do serviço de transporte coletivo. O projeto está na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) para análise.

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