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RECURSO

Chapa de reitor da UEA promete recorrer contra suspensão da eleição

Em nota, chapa de Cleinaldo Costa diz que autores de ação que suspendeu processo eleitoral passaram informações erradas sobre decreto 23/03/2018 às 17:42
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(Foto: Euzivaldo Queiroz)
acritica.com Manaus

A chapa 'Juntos Rumo à Excelência', encabeçada pelo atual reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Cleinaldo Costa, afirmou, em nota, que deve recorrer da decisão judicial que suspendeu as eleições para a reitoria da UEA, marcadas para o dia 11 de abril.

" A chapa 14, ao mesmo tempo em que respeita e acata incondicionalmente a decisão da justiça, está analisando os remédios os remédios jurídicos cabíveis no sentido de restabelecer o processo eleitoral sem prejuízo ao calendário previamente definido".

Na nota, a chapa do atual reitor diz que os autores da ação omitiram "informações essenciais" e forneceram "informações errôneas ao magistrado". Na ação, é dito que uma " proposta oriunda da reitoria da universidade sem participação do Conselho Universitário modificou a fórmula de cálculo dos votos para a eleição de reitor e vice-reitor".

A chapa, no entanto, sustenta que o decreto 38.704/2018, que definiu os termos da eleição para reitor da UEA, foi aprovado pelo Conselho Universitário (Consuniv/UEA) "em votação aberta e democrática".

“A suspensão da eleição é um fato muito grave porque fere um direito adquirido com muita luta pela Universidade. É preciso ter responsabilidade e respeitar nossa instância máxima que é o Conselho Universitário representado por alunos, técnicos-administrativos e professores da instituição”, disse o candidato a reitor Cleinaldo Costa.

Segundo a nota, o Conselho Universitário (Consuniv), instância máxima decisória da UEA, reuniu-se nos dias 4 e 5 de dezembro de 2017 e votou por maioria absoluta a fórmula para todas as eleições da instituição. " É preciso garantir a democracia na nossa universidade e não aceitar que ações extemporâneas coloquem em risco a democracia e desconsiderem o fato de que houve decisão votada por maioria absoluta do Conselho Universitário para a definição da fórmula eleitoral em 5 de dezembro de 2017 e chancelada por decreto governamental, datada de 19 de março de 2018”, ressaltou Cleinaldo.

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