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Manaus
CRIANÇA

Choque elétrico é a principal suspeita para morte de menino encontrado em igarapé

Segundo delegado, somente após necropsia poderá ser apontado o real motivo do óbito. Familiares acreditam que cercas de um quintal eram eletrificadas 22/05/2018 às 15:51 - Atualizado em 22/05/2018 às 15:57
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Foto: Divulgação
acritica.com Manaus (AM)

Choque elétrico é a principal suspeita de familiares e da própria polícia como a causa da morte do menino Raizon Souza Negreiros, de 4 anos, encontrado em óbito num córrego de um igarapé no início da manhã desta terça-feira (22) no bairro Tancredo Neves, na Zona Leste de Manaus.

Segundo o delegado Cícero Túlio, titular do 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP), somente após um exame de necropsia no corpo da criança poderá ser apontado o real motivo da morte do garoto. “Os familiares estiveram hoje pela manhã conosco e nos passaram algumas informações. Eu expedi a requisição de necropsia solicitando dos legistas que tentem averiguar algum sinal que indique contato da criança com algum elemento elétrico”, disse.

De acordo com o delegado Cícero Túlio, os familiares de Raizon acreditam que ele tenha morrido após receber descargas elétricas. “Existe uma suspeita dos familiares que as cercas do quintal onde a criança foi encontrada eram eletrificadas. Já requisitei da perícia para verificar a existência de sinais que possam indicar se a criança teve contato com algum elemento que aponte para corrente elétrica”, ressaltou o delegado. O resultado da necropsia deve sair em 30 dias.

Criança em córrego

Raizon Souza Negreiros, de 4 anos, foi encontrado morto por volta de 6h de hoje (22) em um córrego de igarapé no bairro Tancredo Neves, Zona Leste. No momento em que foi encontrado, ele estava junto de um pato, que também estava morto. Também foram encontradas lesões na cabeça do menino.

Além do choque elétrico, a polícia também investiga morte por afogamento, já que a criança estava de bruços sobre a água. O corpo da criança foi removido para o Instituto Médico Legal (IML).

*Colaborou a repórter Larissa Golvin

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