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Com a Delegacia Especializada em reforma, turista tem que ir até o aeroporto buscar informações

Inaugurado em novembro de 2012  para servir como extensão do trabalho que era desenvolvido no aeroporto, em menos de três anos a DECCT passa por reformas 17/03/2015 às 20:59
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Uma das reclamações dos turistas é o fato dos atendentes não falarem outro idioma. São esperados até o final do mês aproximadamente 15 mil visitantes
Aldizângela Brito ---

Com o Porto de Manaus em reforma, a Delegacia Especializada em Crimes Contra o Turista (DECCT), que também funcionava no local, agora atende apenas no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, Zona Oeste. Um transtorno para quem precisa de atendimento imediato nas proximidades do centro histórico de Manaus.  Inaugurado em novembro de 2012  para servir como extensão do trabalho que era desenvolvido no aeroporto, em menos de três anos a DECCT passa por reformas.

De acordo com o titular da Delegacia do Turista, Adauto Lúcio, a reforma da delegacia já foi concluída, faltando apenas a implantação do ar condicionado, que é de responsabilidade da administração do porto. O delegado informou, ainda, que quando existe uma grande quantidade de turistas no local, um investigador é destacado para atender a demanda no horário comercial. Por enquanto, o atendimento está sendo feito apenas no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. Ainda segundo o delegado, o turista pode procurar qualquer delegacia para formalizar o Boletim de Ocorrência, caso seja necessário.

Nas ruas, segundo alguns turistas e moradores manauenses, é possível observar a falta de policiamento, o que causa insegurança e possibilita a ação de assaltantes. Algumas das principais reclamações feitas pelos turistas ao procurar uma delegacia são os furtos e extravios de bagagens. Segundo a assessoria, a quantidade de turistas esperada para esta temporada é de 15 mil visitantes, iniciou em outubro de 2014 e segue até o final de março deste ano, com roteiro de atividades definidos.

Outro ponto de referência é o Centro de Atendimento ao Turista (CAT), que fica localizado na avenida Getúlio Vargas, Centro. Uma equipe com dois estagiários, que não falam inglês, se desdobram para orientar os visitantes em meio aos casos de assaltos, entre outros. Além disso, os problemas do transporte público, falta de sinalização adequada e poucos pontos de referência que deveriam prestar serviços de informações são apenas algumas das dificuldades encontradas pelos visitantes.

Para casal de franceses, July, 36, e Germain, 24, que chegaram esta semana, enfrentaram dificuldades no CAT. Segundo eles, não havia quem soubesse informar o local de atendimento. E ao chegar ao local, não havia ninguém que falasse francês ou espanhol. Para o turista que chega a Manaus por conta própria, a dificuldade aumenta com a falta de telefones públicos, já que a maioria não funciona. Desse modo, os turistas precisam comprar um cartão telefônico internacional se quiserem se comunicar com alguém no exterior.


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