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Concursado de 2003 é nomeado na Câmara Municipal de Manaus

Presidência da CMM inicia convocação dos aprovados no concurso público realizado a 10 anos atrás 15/06/2013 às 10:07
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Professor Mirlan Matos de Menezes ocupará cargo de inspetor de segurança
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Depois de quase dez anos, o concursado Mirlan Matos de Menezes foi empossado na função de inspetor de segurança da Câmara Municipal de Manaus (CMM). A contratação do servidor dá início a iniciou ao processo de convocação dos aprovados no concurso público de 2003, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Mirlan, que passou em 5º lugar no concurso, trabalhava como professor de História na rede pública de ensino, segundo informação da Diretoria de Comunicação da CMM. “Eu já tinha perdido as esperanças de ser chamado nesse concurso. Foi uma surpresa boa. Afinal, eu fui o quinto colocado e tinha direito à vaga. Já havia até mudado de endereço quando fui procurado pela Câmara no final de maio para assumir a vaga”, afirmou o servidor recém-empossado.

Além do inspetor de Segurança, a CMM convocou também o 6º colocado, Roni Almeida Araújo. No entanto, ele não compareceu no prazo estipulado e a Diretoria de Administração da CMM convocou, por meio de edital publicado no Diário Oficial de 12 de junho de 2013, o candidato Ricardo Jander Cardoso Marques, que ficou na 7ª colocação e já está realizando exames médicos para também assumir uma vaga de inspetor de Segurança.

O último concurso público promovido pela CMM foi realizado no período de julho e agosto de 2003. Cerca de 37 mil pessoas se inscreveram. O processo tinha como objetivo convocar 191 servidores para 22 cargos diferentes.  Segundo levantamento da Diretoria de Administração da CMM, 116 candidatos foram nomeados, 52 exonerados, ou que deixaram de assumir e 96 candidatos aguardam pela convocação.

De acordo com o diretor administrativo da Casa, Rubenilson Massulo, alguns cargos foram extintos ainda em 2009, por meio da Lei nº 213 de 27/04/2009, o que provocou a suspensão da convocação dos aprovados à época. “Há um compromisso do presidente Bosco Saraiva de chamar todos os candidatos classificados e aprovados que ainda não foram chamados. Estamos fazendo um levantamento das nossas necessidades e das possibilidades financeiras”, disse o diretor.

Os aprovados no concurso travaram uma batalha judicial que culminou com a decisão do STF, no final do ano passado determinando a nomeação.

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