Terça-feira, 18 de Junho de 2019
Manaus

Construções irregulares do conjunto Ayapuá começam a ser demolidas

De acordo com a assessoria de imprensa do Implurb, os proprietários dos nove apartamentos com irregularidades gravíssimas já foram notificados. Há uma ação judicial responsável por determinar, após o prazo de 30 dias após a notificação, a demolição das estruturas, que podem ser voluntárias ou forçadas



1.jpg O conjunto Ayapuá possui nove casos gravíssimos de construções irregulares
19/09/2013 às 15:51

O Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb) iniciou na manhã desta terça (09), as demolições referentes às construções irregulares do conjunto Ayapuá, localizado na Estrada da Ponta Negra, na Zona Oeste de Manaus. As estruturas a serem demolidas integram o rol de situações graves, onde a segurança da parte física dos prédios fica comprometida.

De acordo com a assessoria de imprensa do Implurb, os proprietários dos nove apartamentos notificados com irregularidades gravíssimas já foram notificados. Há uma ação judicial responsável por determinar, após o prazo de 30 dias após a notificação, a demolição das estruturas, que podem ser voluntárias ou administrativas. Ainda segundo a assessoria do órgão, as estruturas que não optarem pela demolição espontânea recebem o Implurb para a execução das ações.


Uma cobertura com uma piscina foi a primeira construção a ser demolida nesta terça. A urgência da demolição de estruturas construídas ilegalmente, segundo o órgão, visa preservar a integridade dos outros moradores. O Implurb constatou, além de piscinas e coberturas, a existência de escadas, caixas d'água, gradis e demais acréscimos fora do projeto original, que também foram notificados.

A justificativa, segundo o Implurb, é que piscinas, coberturas e outros acréscimos estruturais irregulares geram 30% a mais de peso sobre os prédios, cujo número está fora dos cálculos aprovados pelo projeto original, cujo acréscimo excede a capacidade da construção.  Conforme a assessoria do órgão, tais construções que se encontram fora do planejamento inicial dos apartamentos podem fragilizar a parte física das moradias.


Segundo a chefe de divisão de controle do Implurb, Maria Aparecida, ainda não foram calculados o valor total que envolve todas as demolições previstas no conjunto Ayapuá. Conforme ela, cada demolição por local custa R$ 3.500.

Além das irregularidades gravíssimas, foram notificadas no mesmo conjunto irregularidades de menor porte, como a apropriação irregular de áreas verdes e a construção de comércios. Ainda segundo a assessoria do Implurb, foram concedidos 180 dias para a regularização geral das obras irregulares do Ayapuá.


* Leia mais informações na edição impressa do Jornal A Crítica desta quarta-feira (10).




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