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Corpo de homem é encontrado dois dias depois de desaparecimento em Manaus

O corpo do vendedor foi encontrado por um caseiro da área que sentiu um forte odor vindo do mato e de acordo com policiais da SSP, ele possuía várias passagens pela polícia pelo crime de estelionato 30/08/2013 às 10:59
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Jorge foi visto sozinho pela última vez, enquanto fazia um saque em dinheiro da agência bancária do Bradesco, localizada na avenida Djalma Batista
Thiago Monteiro Manaus, AM

Dentro de um saco escuro, em estado de decomposição. Assim foi encontrado o corpo do vendedor de carros Jorge Patrício Azevedo Neto, 28, em um matagal, foi achado por comunitários, por volta de 10h de ontem, no ramal do Maia, na comunidade Cristo Rei, no Tarumã, Zona Oeste.

Segundo o cabo Lenjandre Azevedo, lotado na 20ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), a polícia foi acionada até o local após um caseiro da área encontrar o cadáver dentro de um saco preto e ligar para o telefone linha direta da Cicom. “A pessoa que encontrou  sentiu um forte odor do mato e viu o corpo”, disse o cabo.

Jorge foi reconhecido pelo tênis, por policiais da Força Tarefa da Secretaria de Segurança Pública (SSP), após peritos do Instituto de Criminalística (IC) abrirem o saco. A vítima estava desaparecida desde a última segunda-feira (24), quando foi vista pela última vez em uma agência do Banco Bradesco, na Djalma Batista, na Chapada, Zona Centro-Sul. No local do crime a perícia também encontrou a chave de uma moto que pertencia à vítima.

Investigadores informaram que Jorge costumava ir no mesmo motoclube que o pistoleiro Alan César Castimário, o “Nanico”, também frequentava na cidade. “Nanico” é suspeito de diversos homicídios contra traficantes na cidade. Ele trabalha para o traficante José Roberto Fernandes, o “Zé Roberto da Compensa”, e é um dos braços direitos da Família do Norte (FDN).

De acordo com a polícia, Jorge Patrício é envolvido com crimes de estelionato na cidade, por causa da venda e revenda de veículos. A mãe da vítima, Nazaré Vieira, 49, explicou que não sabe o motivo da morte e destacou que a polícia já está investigando o homicídio.

O crime é apurado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), 20º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e Força Tarefa da Secretaria de Segurança Pública (SSP), onde a autoria ainda é desconhecida. Até a tarde de ontem, o Instituto Médico-Legal (IML) não tinha encontrado nenhuma perfuração no corpo da vítima, e trabalhava com a hipótese de asfixia.

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