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só alegria

Após cinco anos com braço quebrado, menino passa por cirurgia corretiva em Manaus

Caso de Railson Lima, de oito anos de idade, comoveu cidade e usuários das redes sociais 01/04/2016 às 16:41 - Atualizado em 01/04/2016 às 16:43
Show railson
Railson Lima, após sair do centro cirúrgico. (Divulgação)
Isabelle Valois Manaus (AM)

A espera demorada de cinco anos teve fim. A cirurgia do braço esquerdo do estudante Railson Lima, 8, foi um sucesso. Internado desde a última quarta-feira (30), na Fundação Hospital Adriano Jorge, Zona Sul de Manaus, Railson entrou na sala de cirurgia às 11h30 da manhã desta sexta-feira (1). O estudante quebrou o braço quando tinha três anos. Levado ao hospital, o ortopedista de plantão informou que por causa da idade óssea era necessário esperar completar sete anos.

De acordo com a mãe do estudante a frentista, Keith Martins, após o drama para conseguir agendar a cirurgia para Railson, noticiado por A Crítica em janeiro, ter gerado comoção tanto na capital amazonense como nas redes sociais, a direção do Adriano Jorge entrou em contato com a frentista e informou que a cirurgia do filho estava agendada para o dia primeiro de abril.

Para que a cirurgia fosse realizada nesta sexta-feira, Railson precisou ser internado três dias antes. Os auxiliares do médico na manhã desta quinta-feira (31) chegaram a informar a Keith que talvez não fosse possível realizar a cirurgia, pois seria necessário aguardar Railson completar 14 anos, pois é a idade que é possível visualizar melhor os nervos, mas que tudo dependia do próprio médico cirurgião.

“Minha maior felicidade, foi ver meu filho na companhia dos enfermeiros, principalmente quando eles comentaram que a cirurgia foi um sucesso”, disse Keith Martins.

Entenda o Caso

Railson quebrou o braço esquerdo aos 3 anos e foi levado para o Hospital da Criança João Lúcio, Zona Leste, e depois encaminhado à Fundação Hospital Adriano Jorge, Zona Sul. O ortopedista que o atendeu informou que ele teria que esperar ter sete anos para fazer a cirurgia. Quando a criança completou a idade indicada pelo médico, outro ortopedista do Adriano Jorge informou que a cirurgia deveria ter sido feita na ocasião do acidente. Desde então, o caso se arrasta em meio à burocracia e remarcações.

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