Segunda-feira, 22 de Julho de 2019
HOMICÍDIO

Criminosos matam motorista da Semsa e jogam corpo em cemitério no São Raimundo

Renan Ferreira Picanço, de 34 anos, foi preso em agosto de 2018 por tráfico de drogas e porte ilegal de armas, mas foi liberado após a audiência de Custódia



WhatsApp_Image_2019-06-19_at_19.12.54_972D6597-5BBA-4E28-B37E-750F63019D28.jpeg Foto: Antônio Lima
19/06/2019 às 20:26

O motorista da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) Renan Ferreira Picanço, de 34 anos, foi morto no fim da tarde desta quarta-feira (18) e jogado de um carro modelo Ford Fiesta no Cemitério Santa Helena, no bairro São Raimundo, Zona Oeste de Manaus.

De acordo com a Cabo Adriana, da 5ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), o crime ocorreu pro volta das 17h20. Testemunhas relataram que um carro entrou no cemitério com a vítima e, possivelmente, mais dois homens dentro. O grupo teria travado uma luta corporal e disparos foram feitos no interior do automóvel.

O corpo foi jogado na via principal, próximo da entrada do Cemitério. Os criminosos fugiram sem que a placa do carro fosse identificada, mas depois o abandonaram na Avenida Brasil, bairro Compensa, Zona Oeste. Renan atuava no Serviço de Transporte Sanitário – SOS Vida e o veículo abandonado, segundo a Prefeitura, pertencente ao município.

Familiares informaram que a vítima teria ido nesta tarde até o bairro Praça 14, Zona Sul, pegar seu carro em uma oficina. Como o carro ainda não estava pronto para a entrega, ele disse que ia lanchar. Às 17h30, a família recebeu a notícia da morte.

Renan Picanço foi preso em agosto de 2018 por tráfico de drogas e porte ilegal de armas, mas foi liberado após a audiência de custódia.

O diretor do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), delegado Paulo Mavignier, disse na época que Renan, ao ser abordado, atirou contra a polícia e que ele seria ligado a uma facção criminosa que atua na cidade.

Renan trabalhava na Semsa desde novembro de 2012 como estatutário e, de acordo com a Prefeitura, "se encontrava no exercício regular da função, sendo visto ainda no dia de hoje exercendo suas atividades".

O corpo foi removido do local por funcionários do Instituto Médico Legal (IML). O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

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