Sábado, 20 de Abril de 2019
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PESQUISA

Indústria do Amazonas cresce 7,1% em fevereiro na comparação com 2018

Resultado é em relação ao mesmo período do ano passado. O Estado ocupa a 5ª posição do ranking entre os 14 estados pesquisados que mais cresceram


09/04/2019 às 15:16

O desempenho da indústria amazonense no mês de fevereiro de 2019 apresentou crescimento de 1,5% na comparação com o mês anterior. Já em comparação com o mesmo mês de 2018, o aumento foi de 7,1%. As informações foram divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na manhã desta terça-feira (9).

Apesar do resultado, o acumulado do ano em comparação com o mesmo período do ano anterior ainda mostra valor negativo (-2,2%); muito por conta do resultado negativo de janeiro (-9,9%). O acumulado nos últimos doze meses ficou em 0,7%.

No cenário nacional, os resultados positivos das variações relativas ao mês de fevereiro colocaram a indústria amazonense na 5ª posição do ranking entre as 14 unidades da federação pesquisadas, em ambas as variações.

Em relação ao mesmo período do ano passado, o estado da Bahia foi o que mais cresceu e alcançou a média de 6,5. Em seguida, veio Pernambuco (5,9), São Paulo (2,6) e Mato Grosso (1,7).  Os estados do Espírito Santo (-9,2), Minas Gerais (-4,7) e Goiás (-2,6) foram o que menos cresceram.

Os números com base em fevereiro de 2018 mostram que o Pará (12,7), Paraná (10,8), Ceará (8,2) e Rio Grande do Sul (7,2), foram as federações que mais cresceram em um ano. A pesquisa aponta que os estados que menos cresceram em relação ao mesmo período de 2018 foram Espírito Santo (-11,7), Minas Gerais (-0,8) e Rio de Janeiro (-0,8).

Segmentos

Os números da indústria amazonense em fevereiro foram influenciados pela composição dos resultados positivos e negativos de algumas atividades industriais. Por exemplo, aquelas atividades que apresentaram resultados negativos foram: impressão reprodução e gravações – discos fonográficos (-49,3%); fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos – disjuntores, alarmes, conversores e baterias (-16,0%); fabricação de máquinas e equipamentos - ar condicionados split e central (-7,9%); e fabricação de produtos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-5,8%).

As atividades que apresentaram resultados positivos foram: a fabricação de outros equipamentos de transporte – peças para motocicletas e motocicletas (22,4%); a fabricação de bebidas (19,5%); fabricação de produtos de metal – aparelhos de barbear, tampas, estruturas de ferro (17,1%); fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (15,3%).

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