Domingo, 12 de Julho de 2020
Manaus

Dia do Jornaleiro: profissionais encaram sol e chuva para levar a notícia a todos os lugares

Eles são o 'termômetro' da versão impressa de A Crítica nas ruas e nos comércios, pois dizem se as vendas foram boas e do que os clientes mais gostaram na edição do dia



1.jpg Sandro acorda todos os dias às 4h para estar às 5h vendendo jornal no semáforo
30/09/2015 às 08:43

Seja no Sol ou na chuva, em pontos fixos ou  nas ruas, os jornaleiros são pontuais quando o assunto é informação. Hoje, no dia em que se comemora o dia deles, Alexandre Freitas, 40, mais conhecido entre os colegas de profissão como “Sandro” mostra que é um exemplo a ser seguido e que não mede esforços para atender os seus clientes.

Todos dias, ele acorda às 4h e às 5h já se posiciona no semáforo localizado entre a  avenida  André Araújo e a rua Gabriel Gonçalves, no Aleixo, Zona Centro-Sul, para vender os mais de 100 exemplares de jornais. A missão é árdua. “Quando conhecemos o cliente é mais fácil porque sei que ele está me esperando. Mas se um carro não para, eu não posso ficar parado também. Tenho a missão de oferecer o produto para outro e a meta é vender tudo”, disse ele que trabalha no ramo há mais de sete anos.



Para Sandro, o trabalho de jornaleiro é gratificante e afirma que para ser um dos bons é preciso ter um bom “papo” e agilidade. “Às vezes é cansativo porque pegamos sol e chuva. Mas uma boa conversa e rapidez para atender ao cliente nos ajuda a ter sucesso nas vendas. Eu sou muito feliz com a minha profissão e faço isso com todo prazer”, afirmou ele. 

Termômetro

De acordo com o gerente de Circulação de A CRÍTICA, Adzaney de Melo, a empresa conta atualmente com ao menos 150 jornaleiros de sinal. Mas considerando os pontos fixos, que são os estabelecimentos comerciais, esse número é superior e chega a 1.950 jornaleiros.

“Essas pessoas são o nosso termômetro nas ruas e nos comércios, pois são eles que dizem se as vendas foram boas e do que os clientes mais gostaram na edição do dia. Costumo dizer que o jornaleiro é a parte final do trabalho, ou seja, eles são o nosso elo com os leitores e por isso são tão importantes”, comentou.

Levando  informação

A CRÍTICA conta mais 1.950 jornaleiros atualmente. Desses, 150 atuam nas ruas (nos sinais) e nos terminais de ônibus diariamente. Os outros 1.800 são referentes os pontos de vendas fixos, como mercearias e panificadoras, que estão espalhados em todas as zonas da capital. “Nada mais justo que homenagear esses profissionais  que todos os dias levam a informação para as nossas casas”, ressaltou Adzaney de Melo, gerente comercial.


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