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Dia do Jornaleiro: profissionais encaram sol e chuva para levar a notícia a todos os lugares

Eles são o 'termômetro' da versão impressa de A Crítica nas ruas e nos comércios, pois dizem se as vendas foram boas e do que os clientes mais gostaram na edição do dia 30/09/2015 às 08:43
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Sandro acorda todos os dias às 4h para estar às 5h vendendo jornal no semáforo
Kelly Melo Manaus (AM)

Seja no Sol ou na chuva, em pontos fixos ou  nas ruas, os jornaleiros são pontuais quando o assunto é informação. Hoje, no dia em que se comemora o dia deles, Alexandre Freitas, 40, mais conhecido entre os colegas de profissão como “Sandro” mostra que é um exemplo a ser seguido e que não mede esforços para atender os seus clientes.

Todos dias, ele acorda às 4h e às 5h já se posiciona no semáforo localizado entre a  avenida  André Araújo e a rua Gabriel Gonçalves, no Aleixo, Zona Centro-Sul, para vender os mais de 100 exemplares de jornais. A missão é árdua. “Quando conhecemos o cliente é mais fácil porque sei que ele está me esperando. Mas se um carro não para, eu não posso ficar parado também. Tenho a missão de oferecer o produto para outro e a meta é vender tudo”, disse ele que trabalha no ramo há mais de sete anos.

Para Sandro, o trabalho de jornaleiro é gratificante e afirma que para ser um dos bons é preciso ter um bom “papo” e agilidade. “Às vezes é cansativo porque pegamos sol e chuva. Mas uma boa conversa e rapidez para atender ao cliente nos ajuda a ter sucesso nas vendas. Eu sou muito feliz com a minha profissão e faço isso com todo prazer”, afirmou ele. 

Termômetro

De acordo com o gerente de Circulação de A CRÍTICA, Adzaney de Melo, a empresa conta atualmente com ao menos 150 jornaleiros de sinal. Mas considerando os pontos fixos, que são os estabelecimentos comerciais, esse número é superior e chega a 1.950 jornaleiros.

“Essas pessoas são o nosso termômetro nas ruas e nos comércios, pois são eles que dizem se as vendas foram boas e do que os clientes mais gostaram na edição do dia. Costumo dizer que o jornaleiro é a parte final do trabalho, ou seja, eles são o nosso elo com os leitores e por isso são tão importantes”, comentou.

Levando  informação

A CRÍTICA conta mais 1.950 jornaleiros atualmente. Desses, 150 atuam nas ruas (nos sinais) e nos terminais de ônibus diariamente. Os outros 1.800 são referentes os pontos de vendas fixos, como mercearias e panificadoras, que estão espalhados em todas as zonas da capital. “Nada mais justo que homenagear esses profissionais  que todos os dias levam a informação para as nossas casas”, ressaltou Adzaney de Melo, gerente comercial.

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