Quarta-feira, 24 de Abril de 2019
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Manaus

Diretor da Manausprev espera reduzir prejuízos de R$ 33,2 mi

Ampliação do prazo de intervenção do BVA é vista com otimismo pela direção do fundo de previdência


19/04/2013 às 07:13

O diretor-presidente do Fundo Único de Previdência do Município de Manaus (Manausprev), Edson Nogueira Fernandes Júnior, declarou, nesta quinta-feira (18), que a prorrogação da intervenção no BVA aumenta a expectativa de diminuir o prejuízo nos investimentos do órgão. Nesta quinta-feira, o Banco Central prorrogou por mais três meses a intervenção no BVA que já dura sete meses.

O BVA está sob intervenção do Banco Central desde outubro do ano passado devido à sua posição financeira e incapacidade para cumprir compromissos. O banco de pequeno porte ficou com o patrimônio de referência negativo. E o Manausprev registrou, no final do ano passado, uma perda patrimonial de R$ 33,2 milhões devido a investimentos que mantinha no banco.

De acordo com Edson Nogueira, as perdas em relação aos investimentos feitos no BVA na gestão Amazonino Mendes (PDT) são inevitáveis. O trabalho agora de todos os credores dos fundos de investimentos ligados ao BVA é que o prejuízo seja o menor possível. Para Nogueira, a prorrogação da intervenção do Banco Central e a não declaração de quebra do banco prolonga a expectativa de um prejuízo menor.

“Tivemos essa notícia de prorrogação do prazo de intervenção. E há no mercado pessoas que dizem que o banco realmente já esteve num processo irreversível e que agora o momento é de esperanças. Não temos chance de reaver o valor total, mas a possibilidade de que os prejuízos sejam menores”, afirmou Edson Nogueira.

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O diretor-presidente do Manausprev disse, ainda, que os técnicos do órgão continua atentos a todos os movimentos no mercado financeiro que envolvem o BVA. “Continuamos atentos a essa situação. Estamos participando de todas as assembléia do BVA ou diretamente dos fundos, como o Fdic Máster e Máster 2”, declarou Nogueira.

Mercado financeiro

De acordo com matérias publicadas nas agências de notícias nacionais, a prorrogação por mais três meses da intervenção é por causa do lobby feito pelo empresário do grupo de veículos Caoa, Carlos Alberto Oliveira Andrade, que tenta evitar a liquidação do BVA e, assim, a perda total dos investimentos feitos no banco. O grupo Caoa tinha mais de R$ 500 milhões investidos no BVA. O empresário tenta negociar com os credores (o Manausprev está incluso no banco) a compra dos títulos das dívidas com um desconto alto, que até agora está sendo rejeitado por parte dos investidores.

Com a prorrogação, o empresário tem até agosto para convencer todos os demais credores do BVA.

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