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DNA de cabeças encontradas em malas no AM deve sair em 10 dias

Dois filhos do ex-chefe do tráfico, ‘Frankzinho’, a mãe e outro parente do traficante ‘Tonga’, estiveram no Laboratório de Genética Forense para coletar amostras de DNA. Investiga-se se os corpos esquartejados encontrados em malas no rio Negro são dos dois. 31/05/2013 às 13:40
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O objeto foi levado para a praia da Ponta Negra e de acordo com o Corpo de Bombeiros, no interior da mala existe partes de um corpo humano
Bruna Souza Manaus, AM

Os resultados dos exames de DNA feitos por familiares de Frank Oliveira da Silva, o “Frankzinho do 40”,  e de Antônio Carlos da Costa Uchoa, o “Tonga”, saem em aproximadamente dez dias. As informações foram repassadas pelo delegado Antônio Rondon da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que investiga o surgimento de corpos esquartejados jogados dentro de malas no rio Negro, em Manaus.

Na última quarta-feira (29), dois filhos de Frankzinho, além da mãe e de outro parente de Tonga, que não teve o parentesco revelado pela polícia, estiveram no Laboratório de Genética Forense para coletar as amostras de DNA.

De acordo com a assessoria da Polícia Civil, o objetivo é confirmar se as cabeças e os corpos encontrados dentro de malas no rio Negro pertencem aos presidiários.

A Polícia Civil, em coletiva de imprensa na segunda-feira (27), confirmou que uma das cabeças encontradas no mesmo dia pertence ao traficante Frank Oliveira, que dominava o tráfico de drogas nos bairros da Zona Sul, em especial no Morro da Liberdade e no Igarapé do 40. A confirmação foi possível após a comparação de exames dentários feitos por Frankzinho ainda em vida, com a arcada dentária encontrada.

A primeira mala com dois corpos foi encontrada nesta segunda-feira (27), por uma equipe do Corpo de Bombeiros do Amazonas às margens do rio Negro, em Manaus, após denúncia anônima. Nela, os bombeiros se depararam com duas cabeças e um corpo esquartejado. A segunda mala foi encontrada um dia após o registro da primeira, na terça-feira (28), e nela foi encontrado o segundo corpo.

Fuga

Frankzinho do 40 e Tonga foram considerados foragidos do sistema prisional no último dia 17 de maio, depois de não retornarem para assinar a chamada do regime semiaberto. Na ocasião, a polícia investigava duas hipóteses. A primeira de que tivessem fugido da prisão e a segunda de que os presidiários tivessem sido mortos e enterrados no terreno do presídio.

 

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