Segunda-feira, 18 de Novembro de 2019
MEDIDA

Docentes da Ufam aprovam greve de 48 horas em repúdio ao governo Bolsonaro

Na assembleia foi lida também a carta da Frente em Defesa dos Direitos Indígenas, em repúdio às declarações do presidente Bolsonaro, que atacou os povos indígenas em seu discurso na reunião da ONU



greve_25B8D092-8464-48E9-8F53-A54276E51A3E.JPG Foto: Reprodução/Internet
25/09/2019 às 14:50

Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) aprovaram por unanimidade, nesta quarta-feira (25), no auditório da Seção Sindical dos Docentes da Ufam (ADUA-SSind.), a adesão à greve de 48 horas nos dias 2 e 3 de outubro. Ainda nesta quarta-feira será realizada uma reunião, às 16h, para discutir a construção da paralisação.

“Estamos vivendo a escalada da ignorância, porém o horizonte sombrio que vivemos não pode nos deixar desmotivados. Devemos lutar sim, nos dias 2 e 3 de outubro iremos lutar para fazer frente a esse governo opressor que persegue a educação e o trabalhador brasileiro”, declarou o 1º  vice-presidente da ADUA-SSind., professor Luiz Fernando Souza Santos.



Ainda na assembleia foram discutidos informes e análise da conjuntura. Foi lida também a carta da Frente em Defesa dos Direitos Indígenas (FAMDDI), em repúdio às declarações do presidente Bolsonaro, que, de acordo com os professores, atacou os povos indígenas em seu discurso na reunião da Organização das Nações Unidas (ONU).

Unidades fora da sede

Docentes dos institutos de Natureza e Cultura (INC), em Benjamin Constant, e de Educação, Agricultura e Meio Ambiente (IEAA), em Humaitá, de Ciências Exatas e Tecnologia de Itacoatiara (Icet) e de Ciências Sociais, Educação e Zootecnia (ICSEZ), em Parintins, também aprovaram a adesão à greve.

*Com informações da assessoria de imprensa da ADUA-SSind.

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