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Dois homens são presos portando armas em banca de churrasco, na zona Centro-oeste de Manaus

Suposta dupla de assaltantes foi presa na noite de terça-feira (20) após denúncia anônima. Luid Magno Alves de Oliveira e André Santos Carneiro foram flagrados pelo crime de posso ilegal de arma 21/01/2015 às 13:30
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10º Distrito Integrado de Polícia (DIP), em Manaus
acritica.com Manaus (AM)

Suposta dupla de assaltantes foi presa na noite de terça-feira (20) após denúncia anônima. Luid Magno Alves de Oliveira e André Santos Carneiro estavam em uma banca de churrasquinho armados. André já responde por tráfico de drogas e estava em liberdade provisória.

Segundo a polícia uma viatura do Ronda no Bairro foi parada na rua Professora Lea Alencar, bairro da Alvorada, Zona Centro-Oeste por uma senhora que não quis se identificar. A mulher informou a polícia que dois homens estavam em uma banca de churrasquinho mostrando uma arma de fogo. 

Ao chegar no estabelecimento, localizado na rua 7, Avenida B, no mesmo bairro, a polícia encontrou a dupla com um revólver calibre 38 com capacidade para seis tiros, com cabo emborrachado e numeração raspada. Seis munições intactas e um celular também estavam com a dupla. 

O caso foi registrado no 10º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Os dois infratores responderão por porte ilegal de armas.

Antecedentes

Segundo consta no site do Tribunal de Justiça do Amazonas, André Carneiro já responde por tráfico de drogas. Ele foi preso por policias da 10ª Cicom no dia 30 de setembro do ano passado com sete trouxinhas de cocaína, uma balança de precisão e uma munição intacta de calibre 38.

No mesmo dia, os advogados de André solicitaram o pedido de liberdade provisória sob a alegação de que a regra de proibição de liberdade provisória a indiciados por tráfico de drogas era ilegal.

A liberdade provisória de André foi concedida pelo juiz Francisco Pessoa Almada no dia 6 de outubro do ano passado. Na determinação, o juiz proibia apenas que André viajasse por mais de oito dias sem autorização da Justiça, que estivesse em casa entre as 2h e 6h e que comparecesse mensalmente no tribunal para relatar as suas atividades.


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