Terça-feira, 19 de Novembro de 2019
CONTINUAÇÃO

Duas pessoas são ouvidas em segundo dia de audiência de instrução de Sotero

Até amanhã (18), devem ser ouvidas dez testemunhas sobre o caso de homicídio do advogado Wilson Filho. Sotero pode ser ouvido ainda hoje (17)



gustavo_sotero_audi_ncia.JPG Sotero participa da audiência de instrução acompanhado dos advogados (Foto: Assessoria do TJ/Chico Batata)
17/07/2018 às 12:27

Duas testemunhas foram ouvidas na manhã desta terça-feira (17), durante o segundo dia de audiência de instrução de Gustavo Sotero, acusado de matar o advogado Wilson Justo Filho no Porão do Alemão no dia 25 de novembro do ano passado. A Justiça do Estado iniciou as atividades em torno do caso que chocou Manaus por volta das 9h, no Fórum Henoch Reis, na Zona Centro-Sul.

Uma das pessoas ouvidas na manhã de hoje (17) foi o policial que atendeu a ocorrência de tiroteio no Porão do Alemão. Outro frequentador da casa noturna, que presenciou a morte do advogado, também falou sobre o crime. Até esta quarta-feira (18), dez testemunhas devem ser ouvidas. 



Representantes da Ordem dos Advogados Seccional do Amazonas (OAB-AM) pediram para participar das atividades e foram autorizados pelo juíz Celso Souza de Paula, da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, que conduz a audiência.

Segundo os advogados de defesa, Sotero deve ser ouvido ainda nesta terça-feira (17). No entanto, a audiência deve continuar amanhã (18), onde devem ser ouvidos policiais, que servirão como testemunhas de defesa para o processo. Ao fim da audiência, a Justiça Estadual decidirá se Sotero irá à jurí popular pelo homicídio do advogado. 

Primeira audiência

A primeira audiência de instrução do caso de homicídio no Porão do Alemão aconteceu no dia 14 de junho deste ano. Na ocasião, o advogado de defesa, Claudio Dalledone, afirmou que quem precipitou o crime, trafigamente, foi o próprio Wilson. 

No mês passado, foram ouvidas as três vítimas sobreviventes, que também foram atingidas pelos disparos de Sotero, incluindo a viúva de Wilson Justo, Fabíola Oliveira, três informantes e duas testemunhas de acusação. No caso das vítimas sobreviventes, pode ser imputada a Sotero as penas por homicídio tentado com os mesmos qualificantes do assassinato de Wilson Justo.


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