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Manaus
INTERNADAS

Duas vítimas da explosão de tanque de gás ainda estão internadas em Manaus

14 pessoas foram vítimas da explosão de um tanque de gás na Zona Leste de Manaus 30/03/2016 às 12:05 - Atualizado em 30/03/2016 às 16:40
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A explosão aconteceu em frente à empresa LestePlast, no bairro Novo Reino, Zona Leste, e afetou imóveis vizinhos (Clóvis Miranda)
ACRITICA.COM MANAUS

Duas das 14 vítimas da explosão do tanque de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) ocorrida no início do mês, na Zona Leste, continuam internadas, 23 dias depois do incidente.

Luciane Auziel Pereira, 31, segue internada na enfermaria do Hospital Pronto-Socorro 28 de Agosto, na Zona Centro-Sul, com boa evolução clínica. Já a menina Marta Auziel Pereira, de 8 anos, está no isolamento da enfermaria do Pronto-Socorro da Criança da Zona Leste (Joãozinho), também com boa evolução clínica. As informações são da Secretaria Estadual de Saúde (Susam).

Luciane e Marta foram atingidas pela explosão, ocorrida após o tanque de GLP se desestabilizar e rolar da plataforma do caminhão que iria transportá-lo, rompendo uma das válvulas e provocando a explosão na frente da empresa Lest Plast, da comunidade Novo Reino, no bairro Tancredo Neves, Zona Leste.

Outras duas vítimas morreram no hospital, em decorrência da explosão: Flávia Costa Hoyos, 28, (cuja avó morreu de enfarto ao receber a notícia) e Wildevane de Souza Colares, 37. Flávia faleceu três dias após a explosão, em decorrência das complicações causadas pelo acidente.

Wildevane, que teve 60% do corpo queimado, foi atendida inicialmente pelo Pronto Socorro Platão Araújo e, posteriormente, transferida para o Hospital e Pronto Socorro 28 de Agosto, onde foi submetida a tratamento intensivo, mas não resistiu.

De acordo com a Susam, as últimas vítimas a receberem alta médica foram Darleno Duarte Pereira, 31, - que estava internado no 28 de Agosto e recebeu alta dia 23 de março - e Débora Auziel Pereira, de 12 anos, que estava internada no HPS Joãozinho e recebeu alta médica na última sexta-feira.

O laudo

De acordo com o diretor do Instituto de Criminalidade, Mahatma Porto, o laudo pericial que deve apontar as causas do acidente encontra-se em fase laboratorial. Porto acredita que o processo deve durar o prazo previsto, de 30 dias.

 “Assim que o laudo pericial estiver concluído, vamos poder nos posicionar sobre o que realmente ocasionou o acidente. Por enquanto, é necessário aguardarmos a conclusão do mesmo”, reforçou Porto.

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